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Empresário desaparece e deixa 70 funcionários sem salários e benefícios na capital

por Redacao
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Empresa Cosesa Conservação e Serviços, que terceiriza mão de obra para supermercados e empresas, encerrou as atividades e pegou de surpresa 70 funcionários, que não foram comunicados sobre o fato, não tiveram baixa na carteira de trabalho e não receberam salários, 13º, multa rescisória e Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), além de outros direitos trabalhistas.

Na tarde de hoje, funcionários procuraram a Justiça do Trabalho - Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

Na tarde de hoje, funcionários procuraram a Justiça do Trabalho – Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

Funcionários souberam da situação ao chegarem para trabalhar e encontrarem as portas fechadas. Eles tentaram falar com o empresário, que não atende mais as ligações.

Portal Correio do Estado também tentou entrar em contato com a empresa, mas telefone consta como programado para não receber chamadas e site foi retirado do ar.

Por conta da situação, os 70 empregados procuraram o Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Asseio e Conservação (Steac), que os auxiliou com advogado trabalhista para tentar solucionar o problema.

A auxiliar de limpeza Maria Ancelma Torres Cuba, de 49 anos, disse ao Correio do Estado que contava com o salário para pagar as contas e está preocupada. “O aluguel está atrasado, conta de luz está atrasada, tudo está atrasado. Como vou passar o fim do ano sem dinheiro? Preciso pelo menos do FGTS”, disse a funcionária.

Conforme os funcionários, advogada trabalhista conseguiu liberar R$ 36 mil referente ao Fundo de Garantia dos 70 empregados, mas falta liberação de um juiz trabalhista para que o valor seja depositado. Ação tramita na 7ª Vara de Trabalho de Campo Grande.

Preocupação dos funcionários é que o com o recesso de fim de ano, não haja magistrado para liberar o valor e auxiliar no pagamentos dos direitos trabalhistas. Na tarde de hoje, eles voltaram a procurar a justiça trabalhista. Com Correio do Estado

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