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DJ e mais três pessoas são presas por vender papelotes de cocaína em baladas na capital

por Redacao
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Depois de receberem denúncia anônima, investigadores da Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (Denar) prenderam quatro pessoas que vendiam drogas em baladas e também faziam entrega domiciliar.

Gleisson Viana dos Anjos, de 37 anos, Daniel Junior da Sival, de 32, mais conhecido como DJ Dan Jr, Fabricia Garcia Lima, de 28 e o marido dela, Wagner Junior dos Santos Bento, de 29, estão presos e devem responder pelo crime de tráfico de drogas.

Em abordagem casal tentou fugir, mas foi detido - Foto: Mariane Chianezi / Portal Correio do Estado

Em abordagem casal tentou fugir, mas foi detido – Foto: Mariane Chianezi / Portal Correio do Estado

Conforme o delegado responsável pelo caso, João Paulo Sartori, no dia 29 de novembro, Gleisson, Daniel e Fabricia foram presos, porém, a mulher liberada, já que não há antecedentes criminais e ainda é mãe de um bebê de 10 meses.

Na sexta-feira, 9, Fabricia foi presa novamente, desta vez, junto com o marido Wagner. “Através de denúncia anônima a Denar identificou que marido de Fabricia também era traficante. Os dois foram localizados na própria casa, no Bairro Vila Jacy, em Campo Grande”, contou o delegado.

Na semana passada, no dia da prisão, policiais ficaram de plantão próximo à residência do casal. No momento em que o portão de elevação abriu, investigadores abordaram o carro C4 Palace, mas o condutor fugiu em alta velocidade.

Após perseguição e o C4 bater em viatura, o casal foi preso, já no Bairro União. Na sequência, Wagner e Fabricia foram levados para a residência, onde investigadores encontraram 99 papelotes de cocaína, que somaram 98 gramas, escondidos no berço do bebê e uma arma calibre 9mm importada. “Essa pistola é muito rara aqui no Brasil”, destacou Sartori.

Cada papelote era vendido a R$ 50 nas casas noturnas por Gleisson e Daniel ou entregues em domicílio pelo casal. Diante da situação os pais do bebê foram presos e o Conselho Tutelar acionado para levar a criança.

Questionado, Wagner alegou que traficava para pagar contas. Ele já tem passagem pelo mesmo tipo de crime. Com Correio do Estado

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