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Sindicatos confirmam participação maciça na greve geral nesta sexta

por Redacao
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A Força Sindical em Mato Grosso do Sul confirmou a participação de seus mais de 100 sindicatos e federações na greve geral (nacional) desta sexta-feira (28) em Campo Grande e interior do Estado. Durante o Congresso Estadual da central em MS nesta quarta-feira, a direção da entidade e demais dirigentes sindicais reafirmaram o compromisso de lutar contra as reformas previdenciária e trabalhista, que são altamente prejudiciais aos trabalhadores.

Sindicalistas confirmaram a participação maciça de todos

Sindicalistas confirmaram a participação maciça de todos. Foto: Arquivo

O Congresso em Campo Grande contou com as presenças dos seguintes integrantes da Direção Nacional da Central: Geraldino Santos Silva, secretário de Relações Sindicais e Marcio Villalva, secretário adjunto de Relações Sindicais.

O Congresso foi coordenado pelo presidente da Força-MS, Idelmar da Mota Lima. O evento foi realizado no auditório do Hotel Vale Verde e os sindicalistas confirmaram a participação maciça de todos os sindicatos nessa manifestação nacional do dia 28. Pedro Lima, presidente da Federação dos Trabalhadores no Comércio e Serviços – Fetracom/MS, que preside o Secod em Dourados, disse que comerciários e trabalhadores de outras categorias vão se concentrar no centro da cidade, no cruzamento das avenidas Marcelino Pires com a Hayel Bom Faker, a partir das 15h, para novas manifestações.

Em Ponta Porã, Divino José Martins, presidente do Sindicato dos Comerciários daquela cidade, também confirmou a participação de comerciários na manifestação de sexta-feira. “Nossos trabalhadores estão conscientes das ameaças que representam as reformas previdenciária e trabalhista para todos nós”, afirmou.

Assim como eles, dezenas de outros sindicalistas farão movimentos em suas cidades. Em Campo Grande, a Força Sindical está somando forças com as demais centrais sindicais (CUT, UGT, CTB, CSB, CGTB, NCST), sindicatos e federações, para uma paralisação geral a partir das 5h com a parada do transporte coletivo, policiais civis, correios e telégrafos, professores, servidores públicos estaduais, federais e municipais e dezenas de outras categorias.

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