
O evento destaca a importância essencial do trabalho em rede entre os municípios vizinhos para garantir a proteção efetiva e a promoção dos direitos das mulheres – Foto: Redes Sociais
Com o objetivo de criar uma barreira cada vez mais sólida contra a violência de gênero, as Coordenadorias de Políticas Públicas para as Mulheres de Anastácio e de Aquidauana uniram forças nesta semana. Em parceria com o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), os municípios promoveram, nos dias 10 e 11 de junho, a Formação de Fortalecimento da Rede de Atendimento e Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres.
O encontro, sediado no Centro de Convenções de Anastácio, reuniu profissionais que atuam diretamente na linha de frente da proteção social e jurídica das duas cidades. O foco principal foi o aprimoramento da atuação integrada entre diferentes órgãos e instituições, destacando que o combate à violência e o acolhimento humanizado ganham eficiência quando trabalhados em rede.
Conhecimento e Prática na Linha de Frente
Para subsidiar o debate e trazer novas ferramentas de atuação aos participantes, a programação contou com palestras de especialistas da área psicossocial e jurídica. Compartilharam suas experiências e conhecimentos voltados ao fortalecimento das políticas públicas:
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Ana Eliza Matos, Analista Judiciária;
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Ariete Faverfani, Psicóloga;
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Rodrigo Kenji, Psicólogo.
Os palestrantes abordaram desde os trâmites legais e institucionais até o manejo psicológico necessário para o atendimento às vítimas de violência doméstica e familiar.
Integração Regional
A relevância do evento foi chancelada pela presença de lideranças políticas e sociais da região pantaneira. Participaram ativamente dos debates os secretários de Assistência Social dos dois municípios, Mary Beltrão (Anastácio) e Clériton Alvarenga (Aquidauana), além das coordenadoras de Políticas Públicas para Mulheres, Débora Lubas (Anastácio) e Josilene Rodrigues (Aquidauana).
“A articulação entre os municípios irmãos e o Poder Judiciário reforça o compromisso da região na garantia dos direitos e na preservação da vida das mulheres”, destacaram os organizadores.
Com a conclusão da formação, a expectativa é de que os fluxos de atendimento em Anastácio e Aquidauana se tornem ainda mais rápidos e acolhedores, oferecendo um porto seguro e respostas eficazes para as mulheres em situação de vulnerabilidade.

