
Ações de prevenção contra o mosquito transmissor da chikungunya – Foto: Divulgação/Prefeitura de Dourados
O município de Bonito, distante 300 quilômetros de Campo Grande, registrou a terceira morte por chikungunya, conforme dados do Ministério da Saúde. A vítima era uma mulher com mais de 80 anos. Assim, o número de mortes pela doença sobe para 16 em Mato Grosso do Sul.
As outras mortes foram registradas em Dourados (10), Jardim (2) e Fátima do Sul (1). A última morte, registrada em Dourados, foi de um bebê indígena de apenas 48 dias de vida. Este óbito foi confirmado pela prefeitura de Dourados, mas ainda não está atualizado no Painel de Arboviroses do Ministério da Saúde.
Bonito registra 174 casos prováveis da doença, com incidência de 695,1 casos por 100 mil habitantes. Este número é considerado alto e caracteriza epidemia de chikungunya. Outros 23 municípios do Estado também estão em situação epidêmica. Apenas três cidades não têm casos suspeitos da doença neste ano.

Epicentro nacional da chikungunya
Mato Grosso do Sul lidera todos os números relacionados à chikungunya, em comparação com os outros estados do país, desde o início de 2026. O Estado registra 10.866 casos prováveis da doença em 2026, o equivalente a 77% do total registrado em 2025.
Em todo o Brasil, são 23 mortes confirmadas, 16 apenas em Mato Grosso do Sul — ou seja, 69,5% das mortes estão concentradas no Estado. Fonte: Midiamaxuiuol
