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PT vai presidir a CPI do Genocídio de índios em MS

por Redacao
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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que vai apurar a ação/omissão do estado nos casos de violência praticados contra indígenas entre 2000 e 2015 em Mato Grosso do Sul teve presidente, vice-presidente e relator definidos nesta quinta-feira (5). Segundo a assessoria da Assembleia Legislativa, a CPI do Genocídio será presidida pelo deputado João Grandão (PT).

Durante a primeira reunião da comissão no plenarinho Deputado Nelito Câmara, também foram escolhidas as deputadas Mara Caseiro (PT do B) e Antonieta Amorim (PMDB) para vice-presidência e relatoria, respectivamente.

Os deputados Paulo Corrêa (PR) e Professor Rinaldo (PSDB) são os outros membros titulares da CPI. Os suplentes são Flavio Kayatt (PSDB), Amarildo Cruz (PT), Renato Câmara (PMDB), Felipe Orro (PDT) e Beto Pereira (PDT).

As reuniões da CPI serão realizadas às quintas-feiras, às 14h (de MS), no plenarinho. No próximo encontro, dia 12, os parlamentares deverão definir o calendário dos trabalhos.

As reuniões da CPI serão realizadas às quintas-feiras, às 14h (de MS), no plenarinho. (Foto: campograndenews)

As reuniões da CPI serão realizadas às quintas-feiras, às 14h, no plenarinho. (Foto: campograndenews)

A criação da CPI foi requerida pela bancada do PT. Na justificativa da proposta, que também contou com a assinatura dos deputados Beto Pereira (PDT), Lidio Lopes (PEN), Onevan de Matos (PSDB) e Zé Teixeira (DEM), os deputados proponentes citaram casos de mortes de indígenas em várias regiões de Mato Grosso do Sul.

A CPI foi oficializada pelo Ato 9/15, de 14 de outubro de 2015, da Mesa Diretora. Regimentalmente, os integrantes da comissão têm 120 dias para concluir os trabalhos, prazo que pode ser prorrogado por igual período.

G1

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