Um projeto desenvolvido pela Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) em conjunto com a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul vai verificar a prevalência de tuberculose e doenças sexualmente transmissíveis na população privada de liberdade e profissionais do sistema prisional do Estado.
Com a anuência da Agência Estadual de Administração do Sistema penitenciário (Agepen), a pesquisa será feita em unidades penais de regime fechado de Corumbá, Dourados, Três Lagoas, Ponta Porã e Campo Grande. Sob a coordenação do doutor Júlio Henrique Rosa Croda, a equipe é formada por 19 pessoas, envolvendo alunos de mestrado e doutorado, graduação e profissionais da área de saúde.
Os trabalhos tiveram início nessa segunda-feira (7) nos presídios de Corumbá (fotos). Conforme o cronograma, a pesquisa prossegue na cidade até o próximo dia 11.
A ação abrange a realização de entrevistas sobre exposição à tuberculose e risco de DSTs, além de coleta de sangue, escarro e teste tuberculínico.
Com duração aproximada de três meses, o projeto pretende atender a cerca de 4.070 pessoas nas unidades penais dos cinco municípios.

