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Frentistas de MS querem o cumprimento das normas de saúde e segurança

por Redacao
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Trabalhadores em postos de combustíveis de Mato Grosso do Sul querem o cumprimento de normas e resoluções, estabelecidas especificamente para o setor, que disciplinam sobre as condições de trabalho seguras e saudáveis para o exercício da profissão. Para isso, o Sindicato da categoria, o Sinpospetro/MS (Sindicato dos Empregados em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo do Estado de MS), filiado à Força Sindical MS, promete intensificar a fiscalização na Capital e interior do Estado, para apurar o cumprimento das leis.

Sinpospetro promete intensificar a fiscalização na Capital e interior do Estado

Sinpospetro promete intensificar a fiscalização na Capital e interior do Estado

“Vamos intensificar a fiscalização dos postos e o Sinpospetro/MS sempre estará de portas abertas para receber denuncias dos nossos trabalhadores, associados ou não”, afirma José Hélio da Silva, empossado recentemente na presidência da entidade no Estado, para o quinquênio 2016/2021.

O presidente lembra que são várias normas e resoluções federais, que estabelecem normas de trabalho nessa área de extrema periculosidade, como por exemplo o uso de uniformes e equipamentos especiais para o manuseio dos combustíveis.

José Hélio pretende também intensificar a campanha contra o benzeno que tem o apoio do Ministério Público Federal, Ministério do Trabalho e Emprego e vários outros organismos federais, estaduais e entidades. “Vamos levar adiante todos os projetos e propostas que buscam o bom desempenho de nossos profissionais, em condições seguras”, afirma José Hélio que pede para que os trabalhadores liguem para o sindicato caso constatem qualquer irregularidade no seu ambiente de trabalho. O telefone de contato do Sinpospetro/MS é (67)3-42-0600.

“Além disso, temos outras metas como a aquisição de nossa sede própria e a ampliação dos serviços que prestamos aos nossos associados, como a clínica odontológica que mantemos hoje em nossa sede para os trabalhadores e seus familiares”, afirmou José Hélio da Silva.

 

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