Quem acha que bordar é coisa de vó está completamente enganado. A história mostra que o bordado teve sua origem na pré-história, onde o ponto cruz foi utilizado pela primeira vez pelo homem da caverna. Com agulhas feitas de ossos e fio feito de fibras vegetais ou tripas de animas, ele costurava suas vestes.

Elas aprenderam sobre a história do bordado
O tempo passou, criaram-se outras técnicas até o Bordado Vagonite, que se caracteriza pela perfeição dos desenhos construídos a partir do preenchimento total, com ponto cheio, dos espaços desfiados do tecido.
Para a mobilizadora Arlete Deleratti, que ministrou o curso para 12 alunas no Sindicato Rural de Três Lagoas, de 19 a 22 de julho, “elas aprenderam sobre a história do bordado, combinação de cores, finalização do produto, peças bordadas com as técnicas do Vagonite, tipos de acabamentos e também hábitos de higiene e execução do bordado”, finaliza.
Para Regina de Castro Costa, “bordar é uma terapia”. A dona de casa fez o curso em Corumbá pela primeira vez e está novamente fazendo em Três Lagoas. “É a primeira vez que venho no Sindicato Rural de Três Lagoas. Eu tinha depressão e foi utilizando essas técnicas que consegui ficar curada. Tira o estresse, ajuda no controle emocional e foi uma orientação médica. Aprovo e indico para todas as pessoas”, conclui.
O Sindicato Rural parabeniza todas as alunas que participaram do curso e aprimoraram as técnicas do Bordado Vagonite.

