O Brasil é um dos países que registra as maiores taxas de crescimento em e-commerce no mundo, e as grandes motivadoras são as pequenas e médias lojas virtuais. O país tem 61,6 milhões de e-consumidores únicos – aqueles que já fizeram ao menos uma compra online. Até o final do ano, a E-bit prevê que o setor alcance um faturamento de R$ 43 bilhões, 20% maior que em 2014.

E-commerce movimentará R$ 43 bilhões no Brasil em 2015, com crescimento de 20% em relação ao ano passado
De acordo com o Instituto de Pesquisa Marplan, os homens são responsáveis por 52% das transações realizadas na internet. E apesar do crescimento do poder de compra da classe C, as classes A e B ainda são maioria nas compras eletrônicas, com 72% – sendo 38% de São Paulo, 28% do Rio de Janeiro e 10% de Belo Horizonte. Quanto ao nível de escolaridade, 48,1% dos compradores online no país possuem nível superior incompleto.
Considerando somente a faixa etária dos 20 aos 39 anos, 58% compram online, sendo que 43% são da classe B e 55% do sexo masculino. Eles gostam de tecnologia, funcionalidade e praticidade. Na faixa abaixo dos 19 anos, 21% compram online e, entre 40 e 59 anos, 17% utilizam o e-commerce para adquirir produtos e serviços.
A analista de contratos Andressa Siqueira, 30 anos, é uma consumidora online frequente. Com exceção das compras de supermercado, todas as demais são feitas pela internet.
– Raramente vou ao shopping center. Compro aparelhos eletrônicos, roupas, sapatos, cremes, maquiagem, objetos para a casa e viagens pela internet. Só saio para fazer compras no supermercado – conta.
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Andressa se considera uma “heavy user” de internet e remete à praticidade o costume de comprar online.
– Tenho hábito de comprar via internet há anos e felizmente nunca tive problemas em minhas compras. O importante é ficar de olho nas fraudes e não confiar em superpromoções – recomenda.
Segundo o E-marketer, os produtos mais comercializados via e-commerce no Brasil são roupas e a acessórios, com 15%, seguidos por eletrodomésticos e telefones/celulares, com 13% e 11%, respectivamente. Com informações oglobo
