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Casa do Albergado de Campo Grande adota utilização de carteira de identificação de detentos

por Redacao
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A Casa do Albergado de Campo Grande, unidade masculina de regime aberto, também está utilizando uma carteira de identificação para o registro de entrada e saída dos internos, assim como acontece no Centro Penal Agroindustrial da Gameleira, presídio de regime semiaberto. Há cerca de um mês e meio, os reeducandos que saem diariamente para o trabalho utilizam o documento, onde constam o nome e foto do detento, o número de seu RGI (Registro Geral de Interno), filiação e empresa que trabalha.

De acordo com o diretor do estabelecimento prisional, Mauro Cezar Barbosa Levermann, a carteira de identificação também possui um código de barras no qual estão lançados os dados. Com a utilização de um leitor de barras, instalado na recepção do presídio, todo o controle de entrada e saída para o serviço é feito de maneira informatizada. “A utilização da carteira é uma intenção antiga que conseguimos colocar em prática com o apoio do Conselho da Comunidade de Campo Grande”, comenta. “Esse sistema melhora o controle dos registros de entradas e saídas, além de agilizar o processo”, ressalta.

Por ser informatizado, o sistema gera relatórios automáticos, facilitando a procura de dados. De maneira rápida e segura, é possível buscar informações coletivas e individuais quanto a atrasos, faltas etc.

No documento consta, ainda, o número de telefone do presídio para informações. No caso de abordagens de policiais, esses podem verificar se o detento está fora do percurso ou horário de trabalho.

Além da Casa do Albergado e do Centro Penal da Gameleira, os presídios de regime semiaberto de Ponta Porã e Dourados também já utilizam mecanismos informatizados de registros de entrada e saída de presos que trabalham fora da unidade penal.

Em Ponta Porã, há mais de dois anos existe um ponto digital com leitor biométrico na portaria do presídio para registrar as saídas e retornos. Os internos colocam a digital no leitor e é feito o registro. Já em Dourados, a exemplo da Capital, os reeducandos recebem um documento de identificação; no entanto, sem possuir código de barras, esse documento tem como foco as abordagens policiais na rua.

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