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Com aumento de oito cadeiras na Câmara Municipal de Campo Grande, quatro vereadores que não disputaram a eleição e outros que não conseguiram se reeleger, a Casa de Leis da Capital terá 16 novos nomes e quatro novos partidos. Entre as siglas, o caçula PSD, criado em 2011 com três vereadores: Delei Pinheiro, Chiquinho Telles e o Coringa.
Além do PSD, o PRB – Gilmar Neri da Cruz –, PSL – Elizeu Dionizio e Alceu Bueno – e PTB – Edson Shimabukuro, My Body. Ainda faz parte da lista dos novatos o ex-governador José Orcírio dos Santos e Ayrton de Araujo, do PT, o atual vice-prefeito Edil Albuquerque e Carla Stephanini, ambos do PMDB, Otávio Trad e Eduardo Romero, do PTdoB, Luiza Ribeiro (PPS) e Cazuza e Chocolate o Jarbas, do PP.
Figuras conhecidas como os vereadores Magali Picarelli, Dr. Loester e Ribeiro, todos do PMDB e Alex do PT não foram eleitos, mas estão como suplentes. Além dos que não foram reeleitos, também ficaram fora da Câmara, Lídio Lopes (PP), renunciou a candidatura, Marcelo Bluma (PV), se lançou candidato a prefeito, Athayde Nery (PPS) – compôs a chapa majoritária do tucano Reinaldo Azambuja – e Cristóvão Silveira (PSDB) que não se candidatou.
A Câmara ainda pode sofrer alteração na composição se o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MS) entender que o candidato Robson Martins (PTB) é ficha limpa. Neste caso, Edson Shimabukuro ficará fora.
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