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A pavimentação da MS-436 executada pelo governo do Estado está em fase de término

por Redacao
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As obras inauguradas hoje levam melhoria à Saúde e Assistência Social a Figueirão, mas o município já vive também a euforia pela conclusão de outro empreendimento – a esperada obra de pavimentação da MS-436. Executada pelo governo do Estado, a obra está em fase de término. Faltam poucos quilômetros para a conclusão, tanto na ligação para o Norte (54 km até Alcinópolis) quanto na direção Sul – que vai até Camapuã – cerca de 90 km -, e representa a ligação do município para a Capital.

O investimento levou a Câmara de Vereadores a criar uma Lei que concede ao governador André Puccinelli o título de “Pai do Progresso de Figueirão” e a outorgar ao chefe do Executivo também o título de “Cidadão Figueirãoense”. As homenagens, aprovadas por unanimidade pelos vereadores, foram entregues durante a abertura da 1ª Exposição Agropecuária de Figueirão (Expofig).

“Nossa região vivia no isolamento. Daqui até Camapuã, gastávamos três horas e meia, agora, mesmo sem a obra terminada, é uma hora e meia. E para Campo Grande, o tempo da viagem era umas cinco, seis horas”, destaca o vereador Neilo Cunha, autor das proposições. “O impacto dessas obras é muito grande”, ressaltou.

A própria realização da inédita Expofig é atribuída à melhoria da infraestrutura viária para o transporte do gado. Presidente do evento, o pecuarista Rubens Catenacci disse que a pavimentação da MS-436 é um sonho que o atual governo tornou possível. “O senhor, governador, tornou isso realidade, e essa obra é de extrema importância para Figueirão, Camapuã, Alcinópolis e toda a região. Vamos devolver isso em forma de muito trabalho e produção”, afirmou.

Segundo o ruralista, eram comuns casos de animais machucados pelas longas horas no transporte sobre a via esburacada e lamacenta. “Eu sou testemunha. Agora tudo muda, é um benefício não só para o grande, ou para o pequeno produtor, mas para toda a população, porque gera emprego. Fora isso, tem muita gente vindo conhecer e adquirindo terras”, contou.

No trajeto até Figueirão, as novas condições da viagem são vistas e sentidas pelos viajantes. A pista agora asfaltada deixa no passado o terreno fofo que, em dias de chuva como os desta semana, eram causa certa de atoleiros e longos atrasos.

Alguns pontos dos curtos trechos ainda em obras são os últimos sinais de como era a rodovia até antes do início da pavimentação. O chão lamacento é vencido com esforço por caminhonetes traçadas, e veículos menores recebem ajuda de motoniveladoras. Grandes caminhões boiadeiros escolhem com cuidado o caminho.

No asfalto novo, o contraste: a pista é caminho fácil para a comitiva boiadeira e veículos e gado dividem por alguns metros a passagem pela nova estrada.

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