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Aquidauana e Anastácio unem forças para fortalecer a rede de saúde materno-infantil

por Redacao
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A reunião foi para otimizar o percurso que o paciente faz dentro do sistema de saúde – Foto: Divulgação

Com o foco na eficiência e na humanização do atendimento, o Centro de Atendimento Materno e Infantil (CAMI) sediou, nesta segunda-feira (07), o Encontro de Enfermeiros Assistenciais. O evento reuniu profissionais de saúde de Aquidauana e Anastácio para alinhar os fluxos da Rede de Atenção à Saúde, consolidando uma parceria estratégica entre os dois municípios vizinhos.

Foco no atendimento àgil

O principal objetivo da reunião foi otimizar o percurso que o paciente faz dentro do sistema de saúde. Durante o encontro, foram definidos critérios técnicos mais rigorosos para identificar casos que exigem prioridade.

“O alinhamento ajuda a tornar o atendimento mais ágil e seguro, evitando que informações essenciais se percam entre uma unidade e outra”, destacaram os organizadores.

Comunicação e Busca Ativa

Um dos pontos altos da discussão foi a implementação de canais diretos de comunicação entre as equipes. A ideia é eliminar a burocracia excessiva e garantir que, mesmo quando um paciente é atendido em outro serviço, a sua unidade de origem continue acompanhando o caso de perto.

Além disso, o encontro estabeleceu táticas para o combate ao absenteísmo (faltas às consultas). As equipes planejam intensificar a busca ativa de gestantes e crianças que não comparecerem às consultas de pré-natal e acompanhamento pediátrico, reforçando o compromisso com o cuidado contínuo.

Metas para o futuro

Como resultado prático do encontro, foram listadas ações imediatas para os próximos meses:

  • Capacitação: Organização de orientações específicas para o manejo de casos de alto risco.

  • Transparência: Apresentação detalhada dos serviços realizados no CAMI para toda a rede.

  • Continuidade: Instituição de um cronograma de reuniões periódicas para avaliar os avanços e corrigir possíveis falhas no processo de encaminhamento.

A integração reafirma que, para a saúde pública da região, as fronteiras entre os municípios não devem ser barreiras, mas sim pontos de união para um serviço mais digno e eficiente à população.

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