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Instituído há 27 anos, jornal Gazeta do Pantanal parabeniza Miranda

por Redacao
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Através de um projeto moderno e inovador, nasceu em Miranda em fevereiro de 1993 o semanário “Gazeta de Miranda”, que mais tarde se transformou em Gazeta do Pantanal. Semanário com 16 páginas, em cores, modelo tabloide com designer gráfico desenvolvido por Irene Audi, francesa radicada no Brasil e uma das principais incentivadoras do projeto, o semanário rapidamente caiu no gosto do leitor das principais cidades da região sudoeste e norte do Estado, dentre as quais, Anastácio, Aquidauana, Miranda, Bodoquena, Bonito, Corumbá, Rochedo, Corguinho, Rio Negro e Porto Murtinho além  de distribuição em órgãos  públicos municipal, estadual e federal com sede em Campo Grande.

Com distribuição gratuita, o semanário conta a história recente dessas cidades, a história de sua gente, cultura, política, economia, hábitos e desenvolvimento.

Formado pela FIAM, Faculdade Integrada Alcântara Machado, Núcleo de Comunicação Social, Publicidade e Marketing de São Paulo, Áureo Ali Almeida Audi que já havia trabalhado em algumas agências de publicidade e jornais impressos e televisivos, em São Paulo e Campo Grande está à frente da empresa desde sua fundação. “Começamos com a Gazeta de Miranda e, na terceira edição, observamos a aceitação popular. Então, alteramos o nome, para Gazeta do Pantanal, ampliamos a circulação e distribuição para os municípios da região sudoeste e norte e para a Capital do estado. Geramos muitos empregos nessas cidades, onde tínhamos correspondentes, fotógrafos, diagramadores, e entregadores de jornais de porta em porta”, relembra Audi.

Com o advento da internet no Brasil, e realizadas algumas pesquisas ficou evidente que seria necessário se adequar ao surgimento de um novo modelo de comunicação. Mais rápido, imediato, eficiente e com um custo menor. Em 2010 o Jornal Gazeta do Pantanal fez a migração pra o jornal on line; gazetadopantanal.com

“Acredito que a aceitação imediata de nosso jornal esteja relacionada ao tema “lado x ofício”. Escolhemos fazer notícia como se deve; de forma democrática, ética e transparente. O Jornal Gazeta do Pantanal, desde o início deu voz a uma população “sufocada”, que não tolerava mais a chamada “imprensa chapa branca”.

Índios, trabalhadores rurais, pescadores, artesãos, lideranças de bairros, associações, sindicatos, empresários, comerciantes e políticos de todas as cores partidárias tiveram, pela primeira vez espaço e voz em um veículo de comunicação; locais hoje denominados de “Brasil Profundo”.

Fizemos a cobertura da ocupação por trabalhadores sem terra, daquele que simboliza o primeiro assentamento rural do município de Miranda, o Tupã Baê. (foto em anexo)

O município de Miranda que concentra a maior população indígena da etnia terena, teve o privilégio de ver editadas matérias escritas no idioma terena e traduzidas para o português. Dizer que é fácil ser patrão de si mesmo, seria ignorar as dificuldades e resistência encontradas no dia-a-dia. Mesmo assim, é satisfatório.

Miranda, foi pra mim “amor a primeira vista” de fato. Estou casado com uma mirandense à 30 anos. Me apaixonei pela mulher, pela jornalista e pela cidade. Quero nesta oportunidade parabenizar toda população mirandense pelos 242 anos de fundação. Muitas histórias ainda haveremos de contar, concluiu Áureo Audi, diretor do site gazetadopantanal.com

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