
Conforme o MPMS, ação criminosa da quadrilha se “manteve ativa mesmo após a deflagração das operações anteriores e a aplicação de medidas cautelares” – Foto: Reprodução/GovMS/Saul Schramm
Município “vizinho” de Campo Grande, longe pouco mais de 70 quilômetros da Capital de Mato Grosso do Sul, Sidrolândia amanheceu hoje (05) sob a mira do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), que cumpre três mandados de prisão e 29 de busca e apreensão desdobrando investigações sobre o esquema de corrupção e fraudes em licitações.
Através da 3ª Promotoria de Justiça da Comarca de Sidrolândia e com o apoio do Grupo Especial de Combate à Corrupção (Gecoc), o Ministério Público deflagrou a 4ª fase da chamada “Operação Tromper”, que investiga a organização criminosa responsável pelas fraudes nas licitações no município.
Com forte mobilização em Sidrolândia, a ação com agentes da assessoria militar do Ministério nesta quinta-feira (05) contou com as seguintes forças de segurança:
Batalhão de Choque
Força Tática da Polícia Militar do Estado de Mato Grosso do Sul
Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope)
Durante as investigações foram compilados elementos que, segundo o Ministério Público em nota, comprovam que altas quantias de propina foram pagas a agentes públicos, além de diversos crimes, como ocultação e dissimulação da origem ilícita de valores referentes a crimes antecedentes.
Como bem esclarece o Ministério Público, a organização criminosa fraudava licitações e contratos administrativos com a Prefeitura de Sidrolândia, o que incluía acordos “milionários com empresas atuantes no ramo de engenharia e pavimentação asfáltica”.
Além disso, foi apurado pelas investigações que a ação criminosa da quadrilha se “manteve ativa mesmo após a deflagração das operações anteriores e a aplicação de medidas cautelares”, conforme o MPMS em nota. Fonte: Correio do Estado

