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Após matar bebê de 5 meses, mãe foi beber cerveja carregando corpo em carrinho

por Redacao
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Após darem depoimento sobre a morte da pequena Melany, de cinco meses, as irmãs Priscila Machado, de 28 anos e Graciele Silva, de 38 anos, afirmaram serem amigas da mãe da criança e destacam que foram perceber o ocorrido quando estranharam o comportamento da criança que estava há mais de 40 minutos quieta e sem reação. O crime ocorreu ontem (22), em uma kitnet no bairro Vila Bandeirantes e choca pela crueldade no qual a bebê foi morta pela genitora.

Priscila Machado da Silva, amiga de Gabrieli Paes da Silva, jovem de 21 anos que afogou bebê de 5 meses, relata que amiga estava feliz e bebendo cerveja após cometer crime.

” A Gabrieli chegou com a Melany no carrinho de bebê, estava alegre, sorridente, tomou uma garrafinha de cerveja enquanto a criança estava aparentemente dormindo”, disse Priscila.

Segundo a polícia, a criança foi vítima de estupro e afogamento – Foto: Ilustração

Após quarenta minutos, as irmãs Priscila e Graciele da Silva Araújo estranharam o comportamento da criança que permanecia dormindo, quando Graciele foi em direção ao carrinho e apalpou Melany, sentindo que a mesma estava fria e rígida.

Percebendo que algo estava errado, Graciele pegou a bebê do carrinho e viu que a menina não estava respirando.

As irmãs questionaram Gabrieli sobre o que tinha acontecido com a criança e que horas a bebê teria mamado, pois achavam que ela estava engasgada.

Gabrieli pegou a bebê e disse que a mesma estava bem e dormindo. Diante da situação, Priscila chamou seu primo Edivaldo, pedindo que o mesmo levasse Gabrieli e a filha ao atendimento médico na Unidade de Pronto Atendimento (UPA)Vila Leblon.

A médica que atendeu Melany informou a Edivaldo que a criança estava morta e pediu para que o homem chamasse Graciele para prestar esclarecimentos. A profissional de Saúde ainda informou que acriança estava com ferimentos incomuns e que teria morrido por afogamento.

Gabrieli foi presa em flagrante pela Deam e autuada pelos crimes de homicídio doloso e estupro de vulnerável.

Durante depoimento, Graciele amiga de Gabrieli relatou que a jovem era usuária de drogas aparentava estar em um quadro de depressão. Ainda de acordo com a amiga, Gabrieli era muito amorosa com a filha, não sabendo como o crime ocorreu.

Segundo a delegada Fernanada Piovano a mulher foi detida em uma cela na Deam e as investigações serão conduzidas pela Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca). Com informações do Correio do Estado

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