Chocolates, bolachas, salgadinhos e várias outras guloseimas são as opções favoritas das crianças e, com a rotina agitada de alguns pais, se torna a alimentação principal. Com o excesso da má alimentação e a falta de exercícios, as crianças podem entrar em uma condição de obesidade.

Campo Grande é a capital com o maior índice de obesidade do país. Foto: Divulgação
Campo Grande é a capital com o maior índice de obesidade do país. Na pesquisa divulgada em 2015, pelo Ministério da Saúde, mostrou que 22% dos moradores, entre crianças e adultos, são obesos.
A obesidade infantil é considerada para crianças entre 0 a 12 anos. A falta de alimentação saudável para as crianças pode trazer riscos sérios como a obesidade mórbida, hipertensão, doenças respiratórias e diabetes.
A nutrição de cada pessoa é a principal arma para combater a obesidade, aliado à prática de exercícios físicos. A gordura saturada encontrada em bolachas, salgadinhos, derivados de leites e bacon é a principal inimiga das crianças, porque em grandes quantidades, o sistema digestivo não consegue eliminar e a gordura fica acumulada no corpo.
Recomenda-se que os pais levem seus filhos em condição de obesidade à um nutricionista. O profissional é capaz de produzir cardápios alimentares saudáveis diários que irá ajudar na nutrição da criança.
É possível as crianças continuarem comendo guloseimas e ter uma vida saudável. O nutricionista irá fazer o balanceamento das refeições ou indicar produtos similares que ajudam no combate à obesidade, como por exemplo, trocar leite de origem animal por leite de soja.
A dificuldade em conseguir consultas com especialistas nas redes públicas de saúde é um fator que contribui para a falta de informação em relação ao cuidado com a alimentação. Porém, algumas instituições oferecem atendimento. A Clínica-Escola, unidade criada pela Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), promove atendimento e acompanhamento nutricional gratuito de caráter social, para todas as idades.
As crianças aprendem seu comportamento observando os adultos, portanto, os pais devem ser os principais aliados no combate à obesidade. Tanto dentro de casa como fora, eles precisam mostrar para os filhos que alimentos como frutas e verduras são bons e importantes para a saúde.
A OMS (Organização Mundial da Saúde) considera a obesidade como uma epidemia global. A obesidade infantil saltou de 31 milhões em 1990 para 41 milhões em 2014. Fica o alerta aos pais.

