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Governo implanta política de Estado e faz justiça ao corrigir distorções salariais, afirma sindicalista

por Redacao
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O presidente da Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul, Edmar Soares da Silva, afirmou nesta terça-feira (26), durante evento de assinaturas de leis que corrigem distorções salariais do funcionalismo público estadual, que o Governo do Estado fez justiça com “aqueles que recebem menores salários”. Em nome de todos os sindicatos de base, Edmar discursou na governadoria após o governador Reinaldo Azambuja assinar 12 leis e dois decretos que melhoram e ajustam o sistema de remuneração e os critérios de desenvolvimento funcional de 31 carreiras. Com a mudança, 26.830 servidores foram beneficiados. As modificações já começam a valor neste mês de julho.

Governo do Estado fez justiça com “aqueles que recebem menores salários, disse Edmar Soares da Silva

Governo do Estado fez justiça com “aqueles que recebem menores salários, disse Edmar Soares da Silva

O sindicalista também destacou que as mudanças se refletem em “política de Estado e não de Governo”, dizendo que as ações do Executivo Estadual foram pensadas paras os servidores, o que reflete na melhora dos serviços públicos prestados à população sul-mato-grossense.  Edmar lembrou que as rodadas de negociações salariais, que deram origem aos projetos de lei aprovados pela Assembleia e sancionados pelo governador, foram marcadas pela “revolução, responsabilidade e respeito”, tanto do governo quando dos sindicatos e federações.

Para ele, “fato marcante foi a discussão através do diálogo”.  “É preciso reconhecer que enquanto a maioria dos estados brasileiros lutava para ter seus salários em dia, nós empreendemos uma luta pela melhoria salarial, onde o grande vencedor foi e sempre será o povo desse Estado. Um servidor valorizado produzirá sempre com maior qualidade”, discursou o presidente da Associação. Ele ainda reforçou que o governo buscou valorizar aqueles servidores que recebem os menores salários. “Isso é sem dúvidas dividir riquezas, corrigir injustiças que no passado foram cometidas por alguns governantes”. “Ao adotar um sistema de correção de distorções pode-se se fazer justiça com os menos favorecidos, buscando a valorização daqueles que muitas das vezes foram esquecidos nos governos passados”, completou.

Falando pelo Governo do Estado, o secretário de Estado de Administração e Desburocratização, Carlos Alberto de Assis, ressaltou que os avanços obtidos pelas leis abrangem 31 das 48 carreiras do funcionalismo estadual. Junto do secretário de Estado de Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Riedel, Assis comandou as negociações com os servidores. “Em abril de 2016 nós iniciamos as conversações sobre a data base de 2016, que é maio de 2016. Conseguimos o entendimento de todos os representantes dos servidores. Tivemos momentos tensos, normal de negociações, mas nunca se faltou o respeito, a clareza e a verdade daquilo que nós poderíamos concretizar e entregar aos nossos servidores. Hoje é um dia histórico para nós servidores desse Estado porque quebra-se um paradigma de conversação entre Governo e servidores”, pontuou.

O governador Reinaldo Azambuja lembrou que este é um ano “difícil para todos” e que a gestão estadual faz o esforço para não comprometer as contas do Estado. “Esse governo é um governo de diálogo, que tem a responsabilidade de manter o Estado em alicerces seguros. Quem vos fala é um servidor público contratado por quatro anos”, comparou Azambuja.

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