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Ex-deputado Federal Giroto é solto em menos de 24 horas

por Redacao
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O ex-secretário de Obras do Estado e ex-deputado federal, Edson Giroto (PR), saiu da cadeia por volta das 00h de hoje, após conseguir o alvará de soltura expedido pelo Poder Judiciário.

Giroto sendo conduzido pela polícia à sede do Garras (Foto: Bruno Henrique )

Giroto sendo conduzido pela polícia à sede do Garras (Foto: Bruno Henrique )

Segundo o Portall Correio do Estado, Giroto ocupava uma cela do Garras (Grupo Armado de Repressão a Roubo a Banco, Assaltos e Sequestros) desde a manhã de ontem (10), quando havia sido preso em cumprimento a mandado de prisão temporária.

Além dele, foram presos: Átila Garcia Gomes Tiago de Souza, Elza Cristina Araújo dos Santos, João Alberto Krampe Amorim dos Santos, Maria Wilma Casanova Rosa, Maxwell Thomé Gomez, Rômulo Tadeu Menossi, Wilson Cabral Tavares e Wilson Roberto Mariano de Oliveira.

Edson Giroto conseguiu o alvará, por meio do advogado Valeriano Fontoura. Informações iniciais apontam que Maria Wilma Casanova também foi solta durante a madrugada.

O CASO

Segundo o Ministério Público, denúncia que motivou ação de força-tarefa contra o ex-secretário de Obras Edson Giroto, o empreiteiro João Amorim, e outras sete pessoas teria sido feita pelo atual titular da Seinfra (Secretaria de Estado de Infraestrutura), Marcelo Miglioli em relação a contrato de R$ 6,8 milhões.

Os prejuízos aos cofres públicos foram de pelo menos R$ 2,9 milhões, conforme o MP.

A reportagem do Portal Correio do Estado apurou que Miglioli foi o responsável por produzir relatório que atestou os maus serviços prestados pela Proteco Construções, empreiteira de Amorim, em relação à recuperação da MS-228, em Corumbá, distante 444 quilômetros da Capital.

A Proteco venceu a licitação em abril do ano passado e pelo serviço de “aplicação de revestimento primário e implantação de dispositivos de drenagens” recebeu R$ 6,8 milhões dos cofres estaduais.

Com a rodovia em más condições, a atual gestão da secretaria encaminhou documentos ao MPE (Ministério Público Estadual).

A 29ª Promotoria de Justiça, sob comando do promotor Thalys Franklyn de Souza, assumiu o caso que culminou nas nove prisões na manhã desta terça-feira (10).

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