Ao longo de três meses de programação, de 6 de novembro a 2 de fevereiro de 2014, o 18º Festival de Arte Contemporânea Sesc Videobrasil celebrará os 30 anos do evento com instalações, uma videoteca, livros e debates.

Detalhe de obra do videoartista norte-americano Bill Viola, 62
No Sesc Pompeia, uma videoinstalação com mais de 200 telas destaca os grandes momentos dessa trajetória.
“Será uma imersão polifônica na história do Videobrasil”, diz Solange Farkas, fundadora e curadora do evento há 30 anos.
Ainda no Sesc, uma videoteca com 1.300 títulos poderá ser acessada pelo público e dá conta de mostras e artistas que já passaram pelo festival.
Ao mesmo tempo, o 18º Videobrasil seguirá com a mostra Panoramas do Sul, competição que reúne cerca de cem artistas do Sul geopolítico: América Latina, Caribe, África, Oriente Médio, Leste Europeu, Sul e Sudeste Asiático e Oceania.
Antes do início oficial do festival, no entanto, acontece uma série de debates preparatórios. Os primeiros deles discutem justamente as práticas experimentais do vídeo nos anos 1980.
No dia 16 de outubro, às 20h, Zé Celso, Tadeu Jungle, Walter Silveira e Pedro Vieira discutem o uso militante e subversivo do vídeo. No dia seguinte, também às 20h, Goulart de Andrade, Fernando Meirelles, Marcelo Tas e Marcelo Machado falam sobre a criação do personagem Ernesto Varela e a renovação da TV brasileira naquele período.

