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Levantamento parcial feito pela Associação Comercial de Campo Grande revela que as vendas estiveram dentro da meta durante o Natal.
O crescimento foi de 4,82% se levado em comparação o mesmo período do ano passado. O levantamento leva em consideração as compras feitas de 1º a 25 de dezembro.
Em entrevista à imprensa em novembro, o presidente da entidade, Omar Aukar, estimava crescimento entre 4% e 5%.
A diferença para os comerciantes e a sensação de que ‘vendeu menos’ é porque 2010 teve um Natal recorde de vendas, com crescimento de 10,38% em relação a 2009. “A comparação é feita sobre uma base muito forte porque em 2010 tivemos o melhor Natal da década”, afirmou o presidente.
Pesquisa feita pela Fecomércio/MS, em parceria com a Fundação Manoel de Barros e Universidade Anhanguera – Uniderp, e divulgada em novembro informou que o 13º salário dos trabalhadores de Mato Grosso do Sul deveria injetar R$ 1,7 bilhão na Economia do Estado no final de 2011.
Como já era esperado, a pesquisa revelou que a data deve ser a melhor do ano para o comércio que, somando apenas 11 cidades pesquisadas, as compras natalinas devem movimentar R$ 461,1 milhões.
O comércio varejista dos shopping centers brasileiros apresentou um crescimento nas vendas de 5,5% no Natal de 2011, na comparação com o mesmo período do ano passado.
O levantamento foi realizado pela Associação Brasileira dos Lojistas de Shopping (Alshop), que ouviu 150 empresas de varejo, responsáveis por cerca de 6.400 lojas distribuídas por todo o território nacional.
O segmento que teve melhor desempenho foi o de perfumaria e cosméticos, com alta de 18% em relação ao ano passado. O setor de óculos, bijuterias e acessórios cresceu 17%, calçados, 8%, e vestuário, 2%. O setor de eletroeletrônicos teve crescimento de 5%.
TROCAS
Oito a cada 10 consumidores que entraram em um estabelecimento comercial ontem, já conhecido como o “Dia Nacional da Troca”, vão solicitar a substituição do presente de Natal. Esse comportamento se repete todos os anos, no dia 26 de dezembro.
A maioria dos itens que serão trocados não apresenta nenhum vício – quando o produto não representa risco ao consumidor, conforme o CDC (Código de Defesa do Consumidor). Portanto, os comerciantes não têm nenhuma obrigação em realizar a troca.
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