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Corumbá está em situação de alerta para a dengue

por Redacao
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Nova avaliação nacional das informações sobre infestação por larvas do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, revela que 15 municípios estão em risco de surto da doença no Brasil, incluindo duas capitais. Isso significa que, nessas cidades, mais de 3,9% dos imóveis pesquisados apresentam larvas do Aedes aegypti. Outros 123 municípios, dos quais 11 capitais, estão em situação de alerta . Neles, entre 1% e 3,9% dos imóveis analisados registram infestação. E 162 cidades apresentam índice satisfatório, abaixo de 1%.

Este é o resultado parcial do Levantamento de Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) 2010, apresentado nesta quinta-feira (11) pelo ministro José Gomes Temporão, da Saúde..

Mato Grosso do Sul

Em Mato Grosso do Sul, 20 municípios participam do LIRAa 2010. Até o momento, 19 deles continuam trabalhando na consolidação das informações. Os dados de Corumbá já foram enviados ao Ministério da Saúde (veja tabela). O município manteve neste ano a situação de alerta já verificada pelo LIRAa no ano passado e, por isso, precisa intensificar as ações para evitar casos graves e mortes pela doença.

Município UF Indice de Infest. Predial (IIP)
    2009 2010
Anastácio MS s/ infor
Aquidauana MS s/ infor
Bonito MS s/ infor
Bataguassu MS s/ infor
Campo Grande MS 0,5 s/ infor
Cassilândia MS s/ infor
Corumbá MS 1,5 1,5
Coxim MS s/ infor
Dourados MS 0,6 s/ infor
Ivinhema MS s/ infor
Jardim MS s/ infor
Naviraí MS s/ infor
Nova Andradina MS s/ infor
Nova Alvorada do Sul MS s/ infor
Paranaíba MS s/ infor
Ponta Porã MS 0,5 s/ infor
Rio Verde de Mato Grosso MS s/ infor
São Gabriel do Oeste MS s/ infor
Sidrolândia MS s/ infor
Três Lagoas MS s/ infor

CAMPANHA

A Campanha Nacional de Combate à Dengue de 2010 traz um novo olhar sobre a forma de lidar com a doença, com a qual o Brasil convive há 24 anos. Uma mensagem mais direta à população sobre a gravidade da dengue e sobre a necessidade de que cada pessoa elimine criadouros do mosquito em sua casa direciona as peças publicitárias impressas, na TV e no rádio.

As peças de TV e rádio terão depoimentos de pessoas que enfrentaram a doença e quase perderam familiares, além de declarações de líderes comunitários sobre a importância de cobrar também a ação dos gestores da saúde e de outros setores, como meio ambiente, saneamento básico e limpeza urbana. A campanha terá, ainda, materiais específicos para educadores, crianças e gestores e profissionais de saúde.

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