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Prefeitura elabora estratégia inédita para impedir epidemia de H1N1 na Capital

por Redacao
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A Prefeitura Municipal de Campo Grande elaborou um fluxograma para notificação de casos de H1N1, onde os profissionais das unidades de saúde do município poderão aplicar estratégias, ações de prevenção e procedimentos a serem adotados para o controle da epidemia da doença do município.

H1N1 consiste em uma doença causada por uma mutação do vírus da gripe

H1N1 consiste em uma doença causada por uma mutação do vírus da gripe. Foto: Divulgação

O município conseguiu vencer a epidemia de dengue, tornando-se referência no cenário nacional. A partir desta experiência, a secretaria de Saúde implantou o fluxograma, fazendo com quer Campo Grande passe a ser a única Capital no Brasil a utilizar esse sistema de atuação.

Prevenção

No planejamento de ações entre outros, está a realização de exames laboratoriais para a identificação da contaminação do paciente por H1N1, procedimentos apropriados de coleta, transporte, processamento e armazenamento de espécimes de fundamental importância no diagnóstico da infecção viral, diagnóstico laboratorial, coletas até o 3° dia após o início dos sintomas e, no máximo, até o 7° dia, coletas dos casos notificados e que atendam critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde e tempo médio para a liberação de resultados de 48 a 72 horas.

A gripe H1N1 consiste em uma doença causada por uma mutação do vírus da gripe. Também conhecida como gripe Influenza tipo A ou gripe suína, ela se tornou conhecida quando afetou grande parte da população mundial entre 2009 e 2010. Os sintomas da gripe H1N1 são bem parecidos com os da gripe comum e a transmissão também ocorre da mesma forma e pode levar a complicações de saúde muito graves, podendo levar os pacientes até mesmo à morte.

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