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Abandono de Animais e Descarte de Carcaças serão discutidos na Assembleia Legislativa

por Redacao
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O abandono de animais e o descarte de carcaças serão debatidos durante a audiência pública “Eles não falam, mas têm direitos”, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso Sul, nesta terça-feira (26/05), às 14h. A proposição do evento é do presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária e Políticas Rural, Agrária e Pesqueira da Casa de Leis.

A audiência é para conscientizar a população de que há um local para levar o animal de estimação que veio a óbito, em vez de enterrar no próprio quintal de casa, em terrenos abandonados ou colocá-lo no lixo comum. O descarte incorreto dessas carcaças pode gerar riscos epidemiológicos, que causam danos ao meio ambiente e podem disseminar doenças. Para o médico veterinário da Vigilância Sanitária, Leonardo Azambuja Jacarandá, existem muitas deficiências em relação ao assunto. “É uma questão de educação por parte das pessoas, educação sanitária eu diria, além da falta de informação”, disse.

Maus tratos e abandono de animais também serão debatidos durante a audiência pública, que deverá contar com a participação de profissionais da área, representantes de entidades que se dedicam à defesa dos animais, além de representantes do Ministério Público Estadual (MPE), além de outros órgãos de fiscalização. Outros temas a serem abordados: castração, campanhas de combate a leishmaniose, criação de um conselho e/ou delegacia especializada em maus tratos dos animais e mudanças na legislação estadual.

O abandono de animais e o descarte de carcaças serão debatidos durante a audiência pública “Eles não falam, mas têm direitos”, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso Sul, na próxima terça-feira (26/05), às 14h. A proposição do evento é do deputado estadual Marcio Fernandes (PTdoB), que preside a Comissão de Agricultura, Pecuária e Políticas Rural, Agrária e Pesqueira da Casa de Leis. “Precisamos de soluções imediatas para proteger os direitos dos animais. Além do lado humano, colocamos em destaque questões de saúde pública”, explicou o deputado, que também é médico-veterinário.

Segundo Marcio, é preciso conscientizar a população de que há um local para levar o animal de estimação que veio a óbito, em vez de enterrar no próprio quintal de casa, em terrenos abandonados ou colocá-lo no lixo comum. O descarte incorreto dessas carcaças pode gerar riscos epidemiológicos, que causam danos ao meio ambiente e podem disseminar doenças. Para o médico veterinário da Vigilância Sanitária, Leonardo Azambuja Jacarandá, existem muitas deficiências em relação ao assunto. “É uma questão de educação por parte das pessoas, educação sanitária eu diria, além da falta de informação”, disse.

 
Maus tratos e abandono de animais também serão debatidos durante a audiência pública, que deverá contar com a participação de profissionais da área, representantes de entidades que se dedicam à defesa dos animais, além de representantes do Ministério Público Estadual (MPE), além de outros órgãos de fiscalização. Outros temas a serem abordados: castração, campanhas de combate a leishmaniose, criação de um conselho e/ou delegacia especializada em maus tratos dos animais e mudanças na legislação estadual.
 

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