A citação partiu do senador paraguaio Arnoldo Wiens, membro da comissão que investiga o assassinato do jornalista Pablo Medina e de sua assistente, Antônia Almada. Ele apontou Reinaldo como alguém que tem muita amizade com clã liderado pelo ex-prefeito de Ypejhú Vilmar “Neneco” Acosta Marques, fugitivo da Justiça.

Governador eleito de Mato grosso do Sul, Reinaldo Azambuja
O governador eleito de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), classificou de “mentirosas, levianas e absolutamente irresponsáveis” afirmações de que teria ligação com um ex-prefeito paraguaio, suspeito de ter mandado matar o jornalista Pablo Medina. O tucano nega ter ligação com citados na imprensa em relação ao caso.
Na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Márcio Monteiro (PSDB), anunciado como secretário de Fazenda na gestão tucana, disse que o governador eleito sequer conhece o ex-prefeito paraguaio. “Mandar investigar políticos no Brasil pode ser pressão do governo do Paraguai para solucionar o crime”, analisou o parlamentar brasileiro.
NOTA À IMPRENSA
O governador eleito do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, reagiu com indignação à notícia veiculada na imprensa relacionando seu nome ao prefeito de Ypejhú (Paraguai), Vilmar Acosta: “são informações mentirosas, levianas e absolutamente irresponsáveis”.
O governador informou que não mantem qualquer vínculo com os citados nas referidas matérias e não foi procurado pela imprensa para falar sobre o assunto antes da publicação.
Reinaldo informou sua disposição de adotar todas as medidas judiciais cabíveis, no Brasil e no Paraguai, por danos contra sua imagem pública e hoje mesmo determinou a entrada de advogados no caso.
Reinaldo Azambuja acredita que seu compromisso em rever e reforçar a política de Segurança Pública na fronteira de Mato Grosso do Sul – prioridade de seu futuro governo – pode estar por trás da manipulação de informações e tentativa de atingir sua honra e sua credibilidade. Repetidas vezes, desde a campanha eleitoral e ainda como deputado federal, ele sempre cobrou medidas efetivas para combater o tráfico de drogas e de armas nas fronteiras abertas.
“Quando se coloca o dedo na ferida, apontando os erros do atual sistema e interferindo diretamente nos interesses de quem não quer ver funcionar a Segurança Pública para a maioria da população, a reação é imediata”, concluiu.
assessoria/midiamax
