O orçamento da Secretaria Municipal de Saúde para 2015 foi fixado em mais de R$ 1,1 bilhão, o que corresponde a 32,27% do orçamento municipal fixado em R$ 3,6 bilhões. Deste total, R$ 434 milhões são recursos do tesouro (receita de impostos e transferências constitucionais) que vão custear folha de pagamento( R$ 369 milhões), despesas de custeio (R$ 57,7 milhões) e investimento (R4$ 7,2 milhões). “Nossa prioridade é retomar e concluir todas as obras, principalmente os postos de saúde”, explica o prefeito.
Neste planejamento devem ser reformadas e ampliadas 16 unidades básicas e concluídas as obras de 11 UBSF que estão em construção desde 2012. “Vamos trabalhar pela construção de mais 23 unidades para serem entregues até 2016 e, assim, ampliar o nível de cobertura do programa de saúde da família”, comentou o prefeito. O Centro Municipal Pediátrico será ampliado, com a abertura de 30 leitos, inclusive de CTI, além da ativação dos centros cirúrgicos para realização de cirurgias eletivas.
O prefeito aposta em parcerias com o Governo do Estado para enfrentar a questão do déficit de 800 leitos hospitalares.“O governador eleito Reinaldo Azambuja será um parceiro importante para concluir o Hospital do Trauma que, com mais de 250 leitos, vai desafogar a urgência e a emergência na cidade. Reservei uma dotação de R$ 100 milhões para o projeto de construção do Hospital Municipal. Viabilizar estes recursos no Ministério da Saúde é desafio que exigirá um esforço conjunto também com a bancada federal”, comenta o prefeito que, na primeira semana de 2015, voltará a Brasília para mais uma vez tentar junto ao Ministério da Saúde ampliar o teto financeiro. “Fizemos um esforço para garantir, por quatro meses, um repasse mensal extra de R$ 3 milhões. Espero que a partir de março a situação esteja resolvida com o aumento do teto necessário para garantir o equilíbrio financeiro do hospital, que é referência na média e alta complexidade de todo o Estado”.
Entrega da ambulância
A ambulância entregue em Rochedinho vai ser assegurar o transporte de pacientes com consultas e exames agendados em Campo Grande. “Quem não tem carro enfrenta dificuldades, quando o atendimento está agendado para o início da manhã e o ônibus sai daqui às 7 horas”, explica a gerente da UBS do distrito, Elaine Miranda da Rocha. “Já perdi consulta com médico especialista no CEM porque não tinha R$ 20,00 para pagar a passagem de ida e volta de ônibus”, informa uma das moradoras presentes ao ato de entrega da ambulância, Evanir Miranda da Rocha. A entrega da ambulância que contou ainda com a participação do secretário de Saúde, Jamal Salem, foi prestigiada pelos vereadores Edson Shimabukuro, Alceu Bueno, Coringa e Chocolate.

