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Desde segunda-feira, 24, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento começou a emitir passaporte para cães e gatos. O novo documento vai substituir o atual CVI (Certificado Veterinário Internacional) e não é obrigatório.

Passaporte não é obrigatório e vale, por enquanto, apenas nos Países do Mercosul
No documento vão constar o nome e endereço do dono; a descrição do animal; nome, espécie, raça, sexo, pelagem e data estimada de nascimento; número de identificação eletrônica do animal (microchip); dados de vacinação e exame clínico fornecidos por médico veterinário.
Para tirar o passaporte, que será expedido em inglês, português e espanhol, o dono do animal deve ir à um veterinário para implantar um microchip no animal e facilitar a identificação dele em qualquer País.
Depois, ir a uma das unidades do Vigiagro (Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional), situadas em aeroportos, portos e postos de fronteira dos Estados brasileiros.
Os únicos Países que aceitam o Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos são Uruguai, Paraguai, Venezuela e Argentina.
Segundo o Ministério, em março, mais países devem aderir. O passaporte vale por toda a vida do animal, apenas as informações sanitárias devem ser validadas a cada viagem.

