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Animais silvestres são soltos em atrativo turístico em Jardim

por Redacao
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Foram soltos 01 Chupim; 03 Urubu de Cabeça Preta; 01 Jiboia; 01 Mussuarana; 01 Veado Catingueiro e 01 Capivara.

Três urubus foram libertados no passeio

Três urubus foram libertados no passeio

O Recanto Ecológico Rio da Prata, em Jardim (MS), desde 1996 já está cadastrado para receber os animais. Ele foi escolhido para habitat dos animais por ser uma grande área de mata, onde há ocorrência das espécies e livre de problemas como caça e pesca, por ser uma Unidade de Conservação (o Rio da Prata possui uma RPPN – Reserva Particular do Patrimônio Natural, pela qual tem a obrigação eterna de preservação e de não-intervenção).

A equipe do CRAS responsável pela soltura estava composta pela Bióloga Maria Izabel Rossi, o motorista Sr. Baltazar e pelo tratador Genivaldo.
De acordo com Thyago Sabino, colaborador do Grupo Rio da Prata, a equipe do CRAS passou algumas recomendações após a soltura dos animais. “Como recomendação nos pediram para observar se por ventura estes animais apresentem algum comportamento de estar perto da sede da fazenda, em busca de comida ou algo assim. Pediram também para não alimentar os animais”.
 CRAS  MS
O Centro de Reabilitação de Animais Silvestres foi criado em julho de 1988 para receber, triar, reabilitar e dar um destino adequado aos animais silvestres apreendidos em fiscalizações ou doados pela população.
A maioria foi devolvida à natureza ou encaminhada para projetos de conservação, após um período de cuidados especiais com a equipe do centro, composta por biólogos, veterinários, zootecnistas e tratadores. Eles cuidam dos animais que chegam debilitados, vítimas de maus-tratos, alimentação inadequada, ferimentos ou mutilações.
Os técnicos ainda identificam os diferentes espécimes apreendidos e as áreas de ocorrência natural, bem como realizam avaliações clínicas do estado de cada um, com o objetivo de realizar a soltura de forma adequada na natureza, quando for o caso. A soltura feita aleatória e indiscriminadamente, sem triagem ou reabilitação, não garante a sobrevivência e o bem estar dos animais e também pode resultar na introdução de doenças e de espécies exóticas na região.

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