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Um novo relatório projeta que lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros gastarão a bagatela de mais de US$ 200 bilhões em viagens no ano que vem.

O mercado de viagens LGBT poderá faturar mais de US$ 200 bilhões em 2014
De acordo com a análise de números de um estudo de pesquisa de mercado LGBT apresentado no World Travel Market em Londres nesta semana, o top 20 dos mercados de gays e lésbicas poderá arrecadar US$ 202 bilhões no ano que vem.
Quem lidera a lista são os EUA, com turistas LGBT atingindo US$ 56,5 bilhões em gastos, seguido pelo Brasil com US$ 25,3 bilhões, consta no relatório LGBT 2020.
Com a França e o estado da Califórnia passando por decisões históricas para legalizar o casamento gay neste ano, hotéis e pontos de turísticos também estão ganhando dinheiro graças a um grupo demográfico emergente e rico: os gays recém-casados.
As conclusões do relatório LGBT 2020 ecoam os resultados da pesquisa da Community Marketing Inc. dos EUA, que também mostra que os viajantes LGBT gastam uma média de 57% a mais durante suas férias em comparação aos turistas heterossexuais.
Parte das razões apresentadas pelo grupo da pesquisa de mercado incluem o fato de que gays e lésbicas viajam mais, possuem mais casas e carros, gastam mais em eletrônicos e têm a maior quantidade de renda disponível que qualquer outro nicho de mercado.
E o termo LGBT poderá em breve ganhar mais uma letra, para reconhecer a comunidade Intersexual, diz Ian Johnson, CEO da Out Now, empresa que produziu o estudo LGBT2020.
A comunidade Intersexual da América do Norte define o termo “intersex” como pessoas que nascem com órgãos sexuais que não conseguem ser encaixados “nas definições típicas do (gênero) feminino ou do masculino.”
“As pessoas intersexuais estão se tornando mais visíveis e seus problemas originais estão lentamente se tornando mais bem compreendidos”, disse Johnson.
uol
