Foi da forma mais emocionante que poderia ser. Com pênalti defendido no início, gol no final e vitória sobre o carrasco de 1950, a seleção está na final da Copa das Confederações. O Brasil venceu o Uruguai, por 2 a 1, no Mineirão e agora enfrentará o vencedor de Itália e Espanha, no domingo, no Maracanã.
Eficiente nos jogos da primeira fase, a “blitz” da seleção brasileira nos primeiros 15 minutos de jogo não foi repetida. O time de Luiz Felipe Scolari não conseguia ter a posse de bola, muito menos atacar. Os uruguaios eram mais eficientes, cadenciavam o jogo e mantinham a bola no campo de defesa do Brasil.
Foi da forma mais emocionante que poderia ser. Com pênalti defendido no início, gol no final e vitória sobre o carrasco de 1950, a seleção está na final da Copa das Confederações. O Brasil venceu o Uruguai, por 2 a 1, no Mineirão e agora enfrentará o vencedor de Itália e Espanha, no domingo, no Maracanã.
Eficiente nos jogos da primeira fase, a “blitz” da seleção brasileira nos primeiros 15 minutos de jogo não foi repetida. O time de Luiz Felipe Scolari não conseguia ter a posse de bola, muito menos atacar. Os uruguaios eram mais eficientes, cadenciavam o jogo e mantinham a bola no campo de defesa do Brasil.
O segundo tempo começou na pior maneira possível para o Brasil. No primeiro lance de ataque após o intervalo, os uruguaios tabelam e chegam à área. David Luiz tenta afasta, mas bola sobra para Thiago Silva que toca errado, no pé de Cavani. O atacante chuta de esquerda , no canto, sem chance para Júlio César.
O que se viu depois do empate foi um Brasil, muitas vezes afoito, tentando chegar ao desempate e o Uruguai aproveitando lances de contra-ataque. Aos 19 minutos, Felipão mexeu pela primeira vez no time. Hulk foi sacado para a entrada de Bernard.
Só a confirmação de que o atleticano teria uma chance já mudou o ambiente do Mineirão, até então calado com o empate. Três minutos depois de entrar, Bernard provou que a substituição não foi apenas uma estratégia de Scolari para ganhar a massa. Após avançar pela direita, ele driblou o zagueiro e cruzou para Fred chutar por cima do gol.
O gol da vitória, porém, só saiu nos minutos finais. Após cobrança de escanteio de Neymar, Paulinho subiu mais que todo mundo e marcou. O Brasil estava garantido na final da Copa das Confederações.
uol
