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Região italiana de Veneto foca investimentos no Brasil

por Redacao
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Para atingir a marca de 20 milhões de turistas até 2020, a região de Veneto, na Itália, pretende ampliar seus investimentos no Brasil, país considerado muito importante para o fluxo de turistas no local devido à forte imigração recebida no século passado, sobretudo na região Sul do País. “O Brasil é um país que estamos investindo muito por acreditar que existe uma ligação muito forte, que pode nos ajudar a atingir esse número até 2020”, falou Marino Finozzi, assessor de Turismo, Comércio Internacional, Atividade Promocional, Economia e Desenvolvimento de Veneto.

Cerca de 500 mil brasileiros visitam o destino anualmente

Cerca de 500 mil brasileiros visitam o destino anualmente

Atualmente, Veneto é o primeiro destino turístico italiano e o quarto da Europa, com 15 milhões de turistas internacionais ao ano, gerando um faturamento de 15 bilhões de euros e 64 milhões de pernoites. Além do mar e das praias, que talvez não seja tão importante para os brasileiros, Finozzi destaca as montanhas Dolomitas, reconhecidas como patrimônio da Unesco, o turismo enogastronômico, além do lago e cidades de arte.

Para promover o destino no Brasil, o departamento de turismo de Veneto já participa desde 2010 da Feira de Turismo de Gramado. “Essas três últimas edições que nós participamos, seguidamente, já deram um retorno”, falou Finozzi, que citou que hoje existem cerca de 70 milhões de descendentes oriundos de Veneto. “Isso facilita a relação entre as duas regiões. Queremos que as pessoas possam conhecer as pequenas cidades, que são de onde provêm os imigrantes que estão aqui. São locais que trazem especialidades de muitos anos, incluindo o vinho”, destacou o assessor.

Estima-se que hoje cerca de 500 mil brasileiros visitam a região italiana anualmente. “Oferecemos pacotes para se conhecer toda a região do Veneto e não somente os pontos mais conhecidos”, disse Marino Finozzi, que também citou que a região foi escolhida pelo Parlamento Europeu para adotar um projeto piloto de turismo de acessibilidade. “Nosso projeto é fornecer informações para pessoas que têm dificuldades motoras, sensoriais e alimentares. Somente na Europa, calculamos 80 milhões de pessoas que procuram essas informações para ter acesso às suas férias sem que transcorra algum problema”, finalizou Finozzi, que acredita que o mercado brasileiros seja bastante sensível a essa oferta.

 

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