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PSDB reforça disputa e escolhido para vice prefeito é do PSD em Bonito

por Redacao
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O candidato do PSDB à Prefeitura de Bonito, Odilson de Arruda Soares, já tem um vice-prefeito definido. Trata-se de Luis Stragliotto, um dos principais empresários do agronegócio sustentável na cidade. Ele aceitou entrar na disputa pela prefeitura na tarde desta quinta-feira (17) e vem à Campo Grande nesta sexta-feira para uma coletiva no PSD, às 10h.

As eleições acontecem na cidade no dia 3 de março. Após o racha que aconteceu no PT da cidade, quando membros do partido ficaram divididos entre apoiar a candidatura de Odilson ou o candidato do PTdoB, Leleco, que foi a decisão final do partido, o candidato à prefeito pelo PSDB ficou sem vice.

Para o vice presidente estadual do PSD, Bosco Martins, a escolha do nome reforça a chapa. “Será outra eleição. Não há dúvidas de que Luís está à altura da candidatura, um dos empresários mais sérios e respeitados de Bonito”, comentou.

Confusão no PT

O Partido dos Trabalhadores (PT) está rachado em Bonito. A divisão ocorre porque parte do partido defende o apoio a Odilson e outra parte, encabeçada pelo presidente municipal do partido, João Hubaldo, prefere apoiar o candidato do PTdoB, Leleco.

Os defensores de apoio a Leleco entendem que uma resolução do diretório nacional do PT proíbe coligação com o PPS, DEM e PSDB. Já a ala que defende apoio a Odilson diz que não tem como pedir voto para o PTdoB, visto que o partido estava do outro lado na eleição de outubro. Em meio à polêmica, que foi parar na polícia após acusação de sumiço de ata, o diretório estadual optou por apoiar Leleco.

O grupo do candidato do PSDB tem como aliados o PDT, PSC, PSD e PP. Já o PTdoB tem coligação com o PRB, PMDB, PSL, PR, PPS, DEM, PTC, PSB, PV, PT, PRP e PMN. O ex-prefeito Geraldo Marques venceu a eleição em Bonito com 52,05% dos votos, mas teve o registro da candidatura cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Como Geraldo teve maioria dos votos, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) teve que convocar nova eleição.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) verificou irregularidades na gestão de Geraldo nas “despesas efetuadas com recursos do Fundo Nacional de Saúde (FNS), sem a devida comprovação do montante de R$ 14.035,76 e uso de recursos do FNS para pagamento de multa devida ao INSS, por atraso nos repasses de valores”. Com isso, Geraldo teve o registro de candidatura cassado.

midiamax

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