Em um passado não muito distante, a pecuária extensiva de corte fez a fama de Araçatuba, cidade paulista que nos anos 1930 recebeu a alcunha de “a terra do boi gordo”. Agora, é a evolução genética da atividade a responsável por perpetuar este título. Nesta semana, pecuaristas da região abriram as porteiras de suas fazendas para apresentar rebanhos melhorados. A programação faz parte do Road In Farm-Mapa da Genética, evento organizado pela Central Leilões.
O melhoramento genético busca a eficiência produtiva. “Se a tese de que em 2050 seremos 9 bilhões de pessoas e a de que o Brasil será o país responsável por alimentar toda esta gente, por que não discutirmos as melhores formas de chegarmos lá?”, pergunta Ferraz. “A seleção genética já mostrou que será possível, se fizermos um trabalho correto e sério, produzir mais em menor espaço, com técnicas que respeitam o meio ambiente e a saúde humana. Todo este trabalho que estamos vendo aqui hoje estará no prato do consumidor brasileiro daqui 10 anos”.
Globo Rural
