O Grupo Executivo de Acompanhamento de Projetos de Habitação de Interesse Social (Geaphis) conheceu na tarde de hoje (10) uma ferramenta que irá dinamizar o seu trabalho. O Insituto Municipal de Tecnologia e Informação (IMTI) apresentou o sistema denominado “Gestão de Projetos”, que tem o objetivo de controlar as tarefas e os prazos das atividades em andamento.
“Uma das maiores reclamações era com relação à demora na tramitação desses projetos habitacionais na prefeitura. Então entendemos que esse sistema irá possibilitar uma maior agilidade e controle. Assim poderemos medir e avaliar onde o nosso procedimento não está funcionando”, afirmou o secretário municipal de Governo e Relações Institucionais, Rodrigo Aquino.
O sistema é via web, mas só tem acesso ao site pessoas autorizadas previamente. O “Gestão de Projetos” permite registrar tarefas, prazos, o histórico da atividade e sua execução. Além disso, todos os envolvidos no serviço poderão ter acesso, uns como executores e outros apenas como observadores. “O IMTI desenvolveu esse sistema para uso próprio e para a Secretária Municipal de Administração (Semad). Apenas o adaptamos para uso do Geaphis. A ferramenta é bastante eficaz e permite o gerenciamento do processo como um todo”, explicou Marcilene dos Santos, gerente de atendimento do IMTI.
Representando a Caixa Econômica Federal, Vera Aparecida Domingues Gomes concorda que o programa “Gestão de Projetos” trará mais segurança e transparência aos projetos. “O controle sempre é bom e a gente precisa. Se não controlamos os prazos, não sai do papel. Principalmente quando temos muitas pessoas envolvidas”.
Para Fernando Leite, da Cobravi Construtora, a inovação é uma ferramenta interessante e trará sim mais agilidade. “Conseguiremos visualizar onde estão os gargalos para poder resolvê-los”. Em breve, os integrantes do Geaphis serão convidados para fazer um treinamento sobre o sistema “Gestão de Projetos”.
Sobre o Geaphis
O Geaphis foi criado para agilizar a análise e aprovação de projetos habitacionais, sendo composto por representantes da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Governo Estadual, Caixa Econômica Federal, Enersul e Águas Guariroba.
Segundo Rodrigo Aquino, antes da criação do Geaphis, a aprovação de projetos levava até um ano. Agora, assim que as pendências são resolvidas, a aprovação é em 30 dias e as obras já podem começar. “Por exemplo, o Planurb (Instituto Municipal de Planejamento Urbano) emite a Guia de Diretrizes Urbanísticas (GDU) e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Semadur) já opina. O grupo trabalha de forma integrada e simultânea, o que dá mais dinâmica às operações”.
