Os próprios empregados de algumas indústrias que foram fechadas têm interesse de reabrir as atividades e tocarem o negócio por intermédio de cooperativas de trabalhadores. “Os trabalhadores têm condições sim de tocar os negócios e de trabalhar duro para colocar a máquina em funcionamento. Para isso, basta que as autoridades sejam mais flexíveis e facilitem essa entrada no mercado”, comentou Rinaldo citando como exemplo frigoríficos que fecharam em Campo Grande, Três Lagoas e Aquidauana, onde os trabalhadores já manifestaram publicamente o interesse de tocarem os negócios.
Em Itaquirai, Ambambai e Nova Andradina também existem unidades frigoríficas desativadas. Rinaldo sugere que o governo interfira e facilite a entrada de novos empresários na área já que alguns deles estão estruturados até para o abastecimento do mercado externo.
“Nossa carne é de primeira e estamos em plena safra. Logo, não justificam esses estabelecimentos fechados, apodrecendo com a ferrugem. Precisamos ser mais dinâmicos na resolução de problemas que envolvem grandes estruturas como essas que estão paralisadas até por conta de questões
