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Presidente do grupo Corona é sequestrado e assassinado no México

O empresário foi capturado em uma rodovia e a suspeita dos investigadores é de que tenha sido escolhido aleatoriamente pelos ladrões

por Redacao
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Apesar da coincidência do nome, empresas de José Adrián Corona Radillo não produzem a cerveja Corona vendida no Brasil – Foto: Reprodução

O empresário José Adrián Corona Radillo foi sequestrado e assassinado, afirmou a imprensa do México. Natural do país, ele comandava a empresa conhecida pela fabricação de tequila e outras bebidas alcoólicas.

De acordo com o jornal El Universal, Radillo viajava com a família de carro quando foi abordado por criminosos em uma rodovia no Estado de Jalisco no dia 27 de dezembro.

Os bandidos levaram pertences pessoais da família e sequestraram o empresário, deixando os demais ocupantes do carro à beira da estrada. Rodillo foi assassinado e seu corpo foi encontrado dois dias depois num lugar próximo. De acordo com o jornal, o corpo apresentava sinais de violência e ferimentos provocados por arma de fogo.

Conforme o site Infobae, a principal hipótese de investigação da polícia é de que o sequestro tenha acontecido de forma aleatória, sem premeditação por parte dos criminosos.

Apesar de também produzir bebidas alcoólicas, o grupo Corona que era liderado por Radillo não tem relação com a cerveja Corona, que é uma das marcas da companhia belga-brasileira Anheuser-Busch InBev. O grupo Corona é focado em tequilas, vinhos, licores e mezcal.

O crime contra Radillo provocou comoção no setor de bebidas e colocou empresários em alerta, já que ele era considerado uma figura popular e respeitada na região, de acordo com o jornal Milenio.

Apesar de também produzir bebidas alcoólicas, o grupo Corona que era liderado por Radillo não tem relação com a cerveja Corona, que é uma das marcas da companhia belga-brasileira Anheuser-Busch InBev. O grupo Corona é focado em tequilas, vinhos, licores e mezcal.

O crime contra Radillo provocou comoção no setor de bebidas e colocou empresários em alerta, já que ele era considerado uma figura popular e respeitada na região, de acordo com o jornal Milenio. Fonte: Correio do Estado

 

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