
Clenivaldo Branco, capitão da aldeia Babaçu, esteve reunido com representantes da fábrica de celulose da Suzano – Foto: Divulgação
No ínício da manhã desta segunda-feira, 4 Clenivaldo Branco, capitão da aldeia Babaçu, localizada no município de Miranda esteve reunido com representantes da fábrica de celulose da Suzano. Durante encontro, ficou acordado que a empresa deverá empregar mão de obra indígena a partir do segundo semestre de 2024. Prazo previsto para o início das operações da companhia.
A companhia investe R$ 19,3 bilhões para instalar uma planta com capacidade de produção de 2,550 milhões de toneladas por ano e que deve entrar em operação em 2024.
A construção da nova fábrica de celulose da Suzano, esta localizada no município de Ribas do Rio Pardo, na região central de Mato Grosso do Sul .
Desde o início da instalação da nova unidade da companhia o número de operários no local passou a representar um incremento de quase 40% na população do município, que é de aproximadamente 25,3 mil pessoas, segundo a mais recente estimativa do IBGE, feita em 2021.
A construção da fábrica foi iniciada em maio de 2021. A companhia investe R$ 19,3 bilhões para instalar uma planta com capacidade de produção de 2,550 milhões de toneladas por ano – uma das maiores do mundo.
A previsão é que a indústria esteja em operação em 2024. Quando estiver produzindo, a fábrica vai empregar diretamente 3 mil colaboradores.
“Estamos muito satisfeitos com esse acordo entre a Suzano e a comunidade indígena de Babaçu. Com isso, estamos dando oportunidade de trabalho aos nossos indígenas de Miranda. Esse é uma grande conquista pra todos nós”, destacou Branco ,capitão da comunidade Babaçu.

