Na terça-feira, 22, o prefeito Douglas Figueiredo confirmou que falta apenas o Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (IMASUL) emitir a certidão que licencia a instalação da Usina de Processamento de Lixo (UPL) e autoriza que a mesma entre em funcionamento.
Segundo o prefeito Douglas a usina será um complemento importante para que o aterro sanitário construído no Município comece a funcionar e receba diariamente toneladas de lixo doméstico das residências anastacianas.
Dentre os benefícios que a implantação da usina trará para o município de Anastácio, Douglas Figueiredo destaca a geração de renda e a preservação ambiental como pontos fortes desse projeto.
A usina de triagem e reciclagem receberá o lixo recolhido dos domicílios que serão encaminhados para o aterro sanitário, onde os operários da usina farão a separação do lixo seletivamente para o processo de reciclagem.
Douglas frisa que o presidente regional da Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) Flávio Britto tem sido um parceiro de grande valia na luta pela instalação da usina em Anastácio.
“Tenho mantido contato com o Flávio, ele coloca a FUNASA sempre a nossa disposição como parceira das nossas ações públicas em prol da saúde da nossa comunidade. Nessa luta pela instalação da UPL a FUNASA é a entidade que tem norteado as nossas ações e com esse apoio acredito que em breve teremos a nossa usina em pleno funcionamento, gerando emprego, renda e beneficiando a saúde pública e o meio ambiente”, afirma o prefeito Douglas.
A Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) realiza ações relevantes de estruturação do saneamento básico e saúde pública em todo o Brasil. No município de Anastácio o trabalho da FUNASA vem ao encontro das políticas públicas de infraestrutura, urbanização, saneamento e preservação ambiental adotadas pelo prefeito Douglas Figueiredo.
Em Anastácio a FUNASA já colaborou com a Administração Municipal na construção do aterro sanitário, kits sanitários nas vilas mais carentes e construção de rede de esgoto em alguns locais.
Após a atualização dos dados junto à FUNASA, será finalizado o processo burocrático e a obra para construção e implantação da usina será iniciada.
De acordo com dados do projeto de engenharia da usina, a mesma terá capacidade de processar 15 toneladas de resíduos em 1 linha de triagem, contando com equipamentos como: prensa hidráulica, esteira de catação, carrinhos para tonéis, prensas para papel, plásticos, sucatas e papelão, dentre outros.
