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Lula lança programa para levar internet a todas as escolas até 2026

Estratégia nacional visa coordenar esforços para garantir a universalização da conectividade nas escolas públicas de educação básica

por Redacao
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Homem opera telefone celular – Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O governo federal lançou, nesta terça-feira (26), a Estratégia Nacional de Escolas Conectadas, visando proporcionar conectividade para uso administrativo e pedagógico em 138,3 mil escolas públicas brasileiras de educação básica até 2026.

O Ministro da Educação, Camilo Santana, destacou que mais de 50% dessas instituições enfrentam carências significativas de acesso à internet, muitas delas limitadas ao escritório da direção, sem benefício para o ensino.

“As escolas prioritárias são as que ainda não têm nenhum tipo de conexão. Setenta por cento das escolas declaram não terem internet, mas também não têm dispositivos. Então, não é só levar internet, mas garantir equipamentos, todo o conteúdo, ferramentas complementares de ensino à aprendizagem. O comitê irá deliberar as estratégias”, explicou o ministro.

Essa estratégia nacional visa coordenar esforços entre os níveis federal, estadual e municipal para garantir a universalização da conectividade nas escolas públicas de educação básica.

O programa lançado nesta terça-feira se desdobra em cinco frentes de ação:

1. Disponibilizar energia elétrica por meio de rede pública ou fontes renováveis em todas as escolas.
2. Expandir a tecnologia de acesso à internet de alta velocidade através da implantação e manutenção de redes de fibra óptica, satélites e outras soluções.
3. Contratar serviços com velocidades que permitam a utilização de recursos como vídeos, plataformas educacionais, áudio e jogos.
4. Disponibilizar uma rede sem fio segura para acesso à internet em todos os ambientes escolares.
5. Fornecer equipamentos e dispositivos eletrônicos portáteis para acesso à internet, conforme os parâmetros adequados.

O governo se comprometeu a conectar as escolas públicas brasileiras por meio de fibra óptica ou satélite, oferecendo velocidades apropriadas para fins pedagógicos. Além disso, todas as unidades de ensino terão cobertura completa de rede Wi-Fi.

Para as escolas que atualmente não possuem acesso à energia elétrica ou que dependem de geradores fósseis, será viabilizada a conexão com a rede pública de energia ou disponibilizados geradores elétricos fotovoltaicos. Fonte: O Tempo

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