Um grupo de cerca de 50 pessoas protestaram contra as queimadas na Amazônia na noite desta sexta-feira (23), na Avenida Afonso Pena, em frente à sede do Ministério Público Federal (MPF), na região central.
Com cartazes e gritando palavras de ordem contra o presidente Jair Bolsonaro (PSL), o grupo pede que o Governo Federal tome atitudes para controlar as chamas que destroem a floresta. Pelo menos duas faixas da via sentido Parque dos Poderes foi ocupada pelos manifestantes.

Na noite desta sexta-feira (23), na Avenida Afonso Pena, em frente à sede do Ministério Público Federal (MPF) – Foto: WhatsApp / Correio do Estado
Os protestos aconteceram em todo o País. No Rio de Janeiro (RJ), sob intermitente garoa e temperatura de 19ºC, frio para o padrão carioca, na Cinelândia, no centro, às 17h45 desta sexta-feira. 23, em ato para denunciar a “destruição da Amazônia e do meio ambiente brasileiro”.
Amazônia
O governo federal autorizou operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) para que as Forças Armadas atuem no Estado de Roraima. O objetivo é que a medida seja estendida a todos os Estados da Amazônia Legal. Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro já havia afirmado que a “tendência” era que o governo acionasse tropas do Exército para auxiliar no combate aos incêndios na região amazônica.
Como primeira ação, as Forças Armadas vão começar a atuar em Roraima com 2 aviões, que poderão despejar produtos para combater o fogo.
As queimadas recordes na região amazônica vêm despertando forte preocupação dos governos europeus e da comunidade científica, com ampla divulgação negativa sobre o governo brasileiro.
França e Irlanda ameaçam bloquear o acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul, firmado em junho, caso o Brasil não tome providências para proteger a floresta amazônica.
Na noite de quinta, o governo publicou em edição extra do Diário Oficial da União(DOU) despacho que determina que todos os ministros adotem “medidas necessárias para o levantamento e o combate a focos de incêndio na região da Amazônia Legal para a preservação e a defesa da Floresta Amazônica”. Com informações do Correio do Estado

