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O Governo de Mato Grosso do Sul consolidou, nesta semana, sua política de valorização do funcionalismo público para o ciclo 2023-2026. Com a sanção da nova lei de reajuste, o Estado garante uma recomposição salarial acumulada de 18,77%, superando a inflação projetada para o período e assegurando o chamado “ganho real” para milhares de servidores.
Equilíbrio entre inflação e bolso
O principal destaque da medida é o fôlego financeiro dado ao trabalhador. Enquanto o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) acumulado nos últimos 48 meses ficou em 14,92%, o índice de reajuste concedido pelo governo foi superior, resultando em um aumento real do poder de compra.
De acordo com o Executivo, a estratégia foi desenhada em quatro etapas anuais:
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2023: 5%
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2024: 3,73%
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2025: 5,06%
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2026: 3,81%
Planejamento e Responsabilidade Fiscal
Diferente de reajustes esporádicos, a gestão estadual optou por uma trajetória de recomposição gradual. Segundo a administração, esse modelo permite que o Estado mantenha as contas em dia e respeite a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), sem abrir mão de valorizar o capital humano.
“A medida reforça o compromisso com a recomposição do poder de compra e com o reconhecimento do papel estratégico dos servidores na prestação de serviços à população”, destaca o documento oficial.
Impacto na Gestão Pública
Para especialistas em administração pública, a previsibilidade dos reajustes até 2026 traz estabilidade não apenas para o servidor, mas para a própria economia do Estado, já que a massa salarial do funcionalismo é um motor importante para o comércio e serviços locais.
Com o equilíbrio entre responsabilidade fiscal e valorização profissional, Mato Grosso do Sul busca se consolidar como uma das unidades da federação com maior eficiência administrativa e respeito ao funcionalismo, refletindo diretamente na qualidade do atendimento oferecido ao cidadão sul-mato-grossense.
Serviço: A lei com os novos percentuais foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) na última segunda-feira (30).

