
Participantes do curso durante aula prática de coleta de sementes – Foto: Alicce Rodrigues/Instituto Terra Brasilis
Mulheres e brigadistas da aldeia Alves de Barros, no Pantanal, receberam orientação sobre como identificar, coletar e armazenar sementes nativas. A formação, realizada no território indígena Kadiwéu, em Porto Murtinho, buscou fortalecer a restauração ecológica, recuperar nascentes e criar oportunidades de geração de renda para os indígenas.
A atividade foi realizada em um cenário em que a escassez de água já impacta o cotidiano da comunidade, agravada pelo desmatamento nas áreas de nascentes ao redor do território, que compromete o fluxo hídrico, acelera o assoreamento e reduz a infiltração da água no solo.
Moradora da aldeia, Elen Rocha participou pela primeira vez de uma oficina do tipo. Segundo ela, além de ampliar o conhecimento sobre o plantio, descobriu que as sementes nativas podem ser utilizadas na produção de mudas e gerar renda.
A atividade foi realizada em um cenário em que a escassez de água já impacta o cotidiano da comunidade, agravada pelo desmatamento nas áreas de nascentes ao redor do território, que compromete o fluxo hídrico, acelera o assoreamento e reduz a infiltração da água no solo.
Moradora da aldeia, Elen Rocha participou pela primeira vez de uma oficina do tipo. Segundo ela, além de ampliar o conhecimento sobre o plantio, descobriu que as sementes nativas podem ser utilizadas na produção de mudas e gerar renda.
Mulheres indígenas durante aula com o biólogo Kwok Chiu Cheung – Foto: Alicce Rodrigues/Instituto Terra Brasilis
Queimadas – Entre os brigadistas indígenas, a capacitação se soma ao trabalho permanente de prevenção de incêndios, monitoramento ambiental, recuperação de áreas degradadas e educação ambiental dentro da terra indígena. A atuação das brigadas já contribuiu para a redução significativa dos incêndios no território, conforme apontam estudos. Para Rubens Ferraz, da brigada Kadiwéu 1, o aprendizado fortalece o cuidado com o território e amplia a visão sobre a produção de mudas.
A ação integra o projeto Vidas e Vozes Kadiwéu, realizado pelo Instituto Terra Brasilis em parceria com a Petrobras, por meio do programa Petrobras Socioambiental…. veja mais em https://www.campograndenews.com.br/meio-ambiente/comunidade-kadiweu-aprende-tecnicas-para-recuperar-areas-degradadas
Mulheres indígenas durante aula com o biólogo Kwok Chiu Cheung (Foto: Alicce Rodrigues/Instituto Terra Brasilis)
Queimadas – Entre os brigadistas indígenas, a capacitação se soma ao trabalho permanente de prevenção de incêndios, monitoramento ambiental, recuperação de áreas degradadas e educação ambiental dentro da terra indígena. A atuação das brigadas já contribuiu para a redução significativa dos incêndios no território, conforme apontam estudos. Para Rubens Ferraz, da brigada Kadiwéu 1, o aprendizado fortalece o cuidado com o território e amplia a visão sobre a produção de mudas.
A ação integra o projeto Vidas e Vozes Kadiwéu, realizado pelo Instituto Terra Brasilis em parceria com a Petrobras, por meio do programa Petrobras Socioambiental. Fonte: Campo Grande News

