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Comunidade de Forte Coimbra está sem tratamento de água e Pedro Kemp cobra providências

por Redacao
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Forte Coimbra, região histórica na fronteira do Brasil com o Paraguai e Bolívia, dentro do Pantanal de Corumbá – Foto: Reprodução / Diário Corumbaense

O deputado estadual Pedro Kemp (PT-MS) apresentou documento no qual pede providências para solucionar a falta de tratamento de água em Forte Coimbra, região histórica na fronteira do Brasil com o Paraguai e Bolívia, dentro do Pantanal de Corumbá.

A comunidade local é de 200 pessoas que sobrevivem, em sua maioria, da pesca e também, há famílias de militares. Kemp cobra da Empresa de Saneamento de MS e a Prefeitura de Corumbá “medidas urgentes no sentido de recuperar o sistema de captação, tratamento e distribuição de água potável para atender a região do Forte Coimbra, Distrito de Porto Esperança, em Corumbá.

Eis o texto da indicação: Indico à Mesa Diretora, ouvido o colendo plenário, na forma regimental, que seja encaminhado expediente deste Poder ao Ilustríssimo Senhor Renato Marcílio da Silva, Diretor-Presidente da Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul – SANESUL, com cópia ao Excelentíssimo Senhor Marcelo Aguilar Iunes, Prefeito Municipal de Corumbá, solicitando medidas urgentes no sentido de recuperar o sistema de captação, tratamento e distribuição de água potável para atender a região do Forte Coimbra, Distrito de Porto Esperança, no município de Corumbá. Sala das Sessões, 19 de março de 2024. Pedro Kemp Deputado Estadual – PT

Deputado Pedro Kemp, 2º secretário da ALMS – Foto: Divulgação

Justificativa

Na região, um dos pontos mais isolados no Pantanal, vivem em torno de 200 pessoas, entre pescadores e familiares de militares que servem no Pelotão Especial de Fronteira, denominação atual da unidade avançada da 18ª Brigada de Infantaria de Fronteira sediada em Corumbá.

O local foi tombado em 1975 e, apesar de seu elevado valor histórico e arquitetônico, até hoje os moradores da região enfrentam sérios problemas em relação à distribuição de água potável.

Conforme relatos, três bombas que puxam água de uma estação elevada de tratamento de água queimaram, fazendo com que a comunidade consuma água retirada do rio Paraguai, tanto para hidratação, como preparo de alimentos e higiene pessoal.

O consumo de água sem tratamento vem causando problemas de infecção intestinal nos moradores, que ficam há uma distância de 100 km de Corumbá, em que o acesso, na maior parte do ano se dá apenas pelo rio ou pelo ar. Diante da gravidade da situação, solicitamos. Fonte: Ascom

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