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Diversas doenças podem ser evitadas com o simples ato de lavar as mãos, explica infectologista

por Redacao
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Covid-19, gripes, conjuntivite, varicela, hepatite A, entre outras, são algumas das doenças – Foto: Divulgação

Um simples ato capaz de muito e com efeitos grandiosos. Assim é com a lavagem das mãos. Desde pequenos aprendemos como isto é importante para evitar diversas doenças causadas por microrganismos, como vírus e bactérias. Isso porque elas têm contato constante com superfícies, muitas vezes contaminadas, e são levadas com frequência ao rosto, tocando boca, nariz e olhos.  

Em que momento preciso lavar as mãos e qual é a forma correta? Quais doenças são evitadas ao higienizá-las corretamente? Dr. Maurício Pompilio, infectologista de Campo Grande, esclarece essas dúvidas. Confira! 

Quando lavar as mãos?  

O ideal é que a higienização aconteça sempre antes e depois das refeições, após o uso do banheiro ou sempre que a mão for levada à boca para tossir ou espirrar. Além disso, após falar ao telefone, usar o transporte público, coçar olhos e nariz e utilizar objetos de uso coletivo também é necessário higienizar bem as mãos. Tudo isso parece muito óbvio, mas nem sempre é levado à sério.  

Lavagem eficaz das mãos 

Lavar sempre com água e sabão, esfregando toda a superfície das mãos, entre os dedos, as pontas dos dedos e unhas, palma, dorso e punhos. A higienização correta pode prevenir diversas doenças infecciosas, causadas por vírus ou bactérias, entre elas:  

Covid-19 

Transmitida por gotículas respiratórias contaminadas, que entram no organismo normalmente por meio da boca, olhos e nariz, mas também por meio das mãos e aerossóis.  

Gripes e resfriados 

A gripe é causada pelo vírus influenza e os resfriados, normalmente, pelo rinovírus ao tossir ou espirrar.  

Conjuntivite 

Existem vários tipos da doença, mas as virais e bacterianas podem ser prevenidas com a lavagem correta das mãos. Isso porque os agentes infecciosos são levados aos olhos através das mãos contaminadas ao coçar os olhos.  

Varicela 

Conhecida como catapora, a varicela tem duas importantes formas de transmissão, sendo:  

– Através do contato direto de secreções respiratórias, quando, por exemplo, se convive em um ambiente com uma pessoa que está com a doença em atividade 

– E pelo conteúdo das “bolhas”, chamadas de vesículas da pele. “Cada “bolhinha” tem um vírus. Desta forma, se encostarmos na nela cumprimentando uma pessoa, por exemplo, a mão acaba sendo contaminada e, ao levar para a boca, nariz ou olho, pode ocorrer a infecção”, detalhe o especialista.  

Mão-pé-boca 

Muito comum em crianças, a doença é caracterizada por lesões que surgem nas mãos, planta dos pés e boca, e a transmissão ocorre pelo contato direto entre as pessoas com saliva, fezes ou outras secreções das pessoas doentes.  

Gastroenterite 

A inflamação do trato intestinal pode ser causada por bactérias, parasitas ou vírus e as mãos contaminadas são o principal canal de acesso. Isso porque não lavar as mãos após usar o banheiro e antes das refeições faz com que germes contaminem os alimentos.  

Hepatite A

Doença infecciosa aguda causada pelo vírus VHA, transmitido por via oral-fecal, de uma pessoa infectada para outra saudável, ou através de alimentos ou da água contaminada. 

Meio século de história 

Já são cinco décadas de uma história escrita pelas mãos de médicos cooperados, colaboradores, clientes e pessoas que acreditam na Unimed Campo Grande. Esses 50 anos de existência, lutas e conquistas serão celebrados no dia 12 de maio, data em que é reforçada a trajetória do nascimento de um novo conceito em saúde para nosso estado.

Inúmeros desafios foram enfrentados, mas diversas conquistas foram alcançadas para que hoje a cooperativa médica chegasse à posição de maior plano de saúde de Mato Grosso do Sul. Desde a sua criação, em 1973, os propósitos da Unimed CG continuam sendo a busca constante por cuidado, crescimento e inovação, a fim de proporcionar a melhor assistência à saúde aos seus beneficiários e ser um porto seguro aos médicos cooperados, para que exerçam sua profissão com autonomia e, assim, continuem dialogando de forma democrática os rumos da saúde. Isto é a base do nosso cooperativismo, focado fundamentalmente no ser humano.  

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