
Ferrovia Malha Oeste cruza o Pantanal até chegar em Corumbá; na foto, a ponte sobre o Rio Miranda – -Foto: Arquivo
Na audiência pública que é promovida pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Hélio Peluffo Filho, afirmou que o maior ativo da Malha Oeste, ferrovia que está praticamente desativada há quase uma década, é a licença ambiental para atravessar todo o Pantanal.
“Essa ferrovia tem isso. É algo que ninguém mais vai conseguir, que é essa licença ambiental”, afirmou.
A ferrovia, sob concessão da Rumo, que não recebe comboios expressivos há quase uma década, tornou-se viável novamente com o retorno da demanda de cargas da ferrovia, puxada sobretudo pela expansão da indústria de celulose nas cidades de Três Lagoas e Ribas do Rio Pardo, que estão no caminho da estrada de ferro, e a promessa de aumento de produção da mineradora do grupo J&F que assumiu as operações da Vale em Corumbá.
A ANTT está apresentando o projeto que tem para a Malha Oeste nesta quarta-feira (26), em Campo Grande, para a sociedade sul-mato-grossense, em evento no Grand Park Hotel.

