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Jamil Name e filho são acusados de tráfico de armas, milícia privada e corrupção ativa e extorsão

por Redacao
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Os promotores do Grupo de Atuação Especial na Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) denunciaram nesta semana Jamil Name, Jamil Name Filho e vários policiais civis, guardas municipais, um militar do Exército, um policial federal, e outras pessoas presas na Operação Omertá, por integrarem organização criminosa armada. Name e o filho foram enquadrados em vários crimes previstos na legislação, como a constituição de milícia privada, corrupção ativa, extorsão e tráfico de armas de fogo.

Promotor do Gaeco ofereceu nova denúncia contra suposta organização criminosa –  Foto: Bruno Henrique / Arquivo / Correio do Estado

Name, Name Filho, e os denunciados Marcelo Rios, ex-guarda municipal, e os policiais Vladenilson Daniel Olmedo e Márcio Cavalcanti da Silva, estão presos no presídio federal. Também estão entre os acusados pelo Ministério Público, Luís fernando da Fonseca, Eronaldo Vieira da Silva, Igor Cunha de Souza, Rafael Carmo Peixoto Ribeiro, Robert Vitor Kopetski, Rafael Antunes Vieira, Flávio Narciso Morais da Silva, Alcinei Arantes da Silva, Andrisson Correia, Eltom Pedro de Almeida, Elvis Elir Camargo Lima, Frederico Maldonado Arruda, Euzébio Jesus de Araújo, Everaldo Monteiro de Assis, Juanil Miranda Lima e José Moreira Freires.

Dentre os 21 denunciados, somente Juanil Miranda Lima e José Moreira Freires, apontados como os pistoleiros da organização criminosa, não estão na prisão. O paradeiro deles é incerto.

A denúncia do Gaeco contra a suposta organização criminosa tramita em segredo de Justiça, ao contrário das outras investigações contra o grupo. Os promotores voltam a ligar a milícia armada a pelo menos quatro execuções ocorridas em Campo Grande desde o ano passado: a do segurança da Assembleia Legislativa, Ilson Martins Figueiredo; a do comerciante Marcel Hernandes Colombo, o “Playboy da Mansão”; do ex-segurança do narcotraficante Jorge Rafaat, Orlando Silva Fernandes, o “Bomba”; e do estudante de Direito Matheus Coutinho Xavier, o crime mais recente, ocorrido em abril último e por engano: o alvo era o pai dele, o capitão da Polícia Militar, Paulo Roberto Xavier.

Outras execuções são citadas na denúncia, como a de Alberto Aparecido Roberto Nogueira, o Betão, executado em 2016, em Bela Vista, e de Cláudio Rodrigues de Oliveira, o “Meia-Água”, executado em São Paulo, em 2015. Com informações do Correio do Estado

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