Um ano após a morte de Halley Coimbra, morta em Três Lagoas pelo ex-marido Renato Bastos Ottoni, de 62 anos, a família da vítima afirma ter recebido uma carta psicografada da mulher, alvo de feminicídio no auge dos 38 anos. O texto, divulgado por familiares, fala sobre a necessidade de perdoar e das dificuldades de um encontro póstumo entre assassino e vítima.

O texto fala sobre a necessidade de perdão – Foto: Reprodução | Facebook
Em entrevista ao Jornal Hoje Mais, Délia Coimbra, mãe de Halley, contou que no último dia 19 foi até o túmulo da filha e, em oração, pediu que se a vida continuasse, que a filha falasse com ela. No mesmo dia, veio a mensagem atribuída a Halley dizendo que a vida não acaba.
“Eu não sei descrever o que eu senti; mas, agora estou mais fortalecida. A mensagem tem detalhes que me fazem acreditar que é minha filha que estava ali. Ela falou do pai, o chamou de Faustinho – apelido que somente nós o chamávamos em casa. E a assinatura no final da mensagem, é a dela”, disse. Com informações do Midiamax
