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Para evitar protestos, Temer é o primeiro a votar na PUC, em SP

por Redacao
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O presidente Michel Temer foi o primeiro a votar, neste domingo (2), na PUC (Pontifícia Universidade Católica), em Perdizes, bairro da Zona Oeste de São Paulo.

Temer chegou por volta de 7h30 ao local –meia hora antes da abertura dos portões aos eleitores e três horas e meia antes do horário de votação divulgado, no sábado (1º) pela assessoria da Presidência.

Temer chega antes do previsto para votar em sua sessão eleitoral, na universidade PUC

Temer chega antes do previsto para votar em sua sessão eleitoral, na universidade PUC

A antecipação evitou o encontro de Temer com manifestantes que prometiam recepcioná-lo na PUC hoje cedo.

O esquema de segurança foi reforçado por homens que foram ao local de van e em outros dois carros descaracterizados.

A jornalistas, Temer disse que o pleito de hoje é “mais um gesto democrático no nosso país”. “[O Brasil] vai firmando, cada vez mais, a sua democracia por meio de eleições”, disse. O presidente disse ainda que retorna ainda hoje a Brasília.

A primeira-dama Marcela Temer votou às 8h10, acompanhada de seis seguranças, no Colégio Rainha da Paz, Alto de Pinheiros, também na Zona Oeste da capital paulista.

A PUC também é local de votação do presidente nacional do PT, Rui Falcão, que chegou às 7h40.

Retardatários

O grupo que organizava o protesto para Temer chegou à PUC às 9h — quase uma hora depois de o peemedebista deixar o local de votação.

“Mais uma vez ele deu outro golpe — chegou mais cedo que o previsto. Vamos nos reunir e organizar outro ato para o caso de haver segundo turno”, disse o bancário Leonardo Brandão, 28, estudante de economia na PUC.

Organizador do ato de hoje com Brandão, o estudante de economia Gabriel Cassiano Finzeto, 19, disse que a antecipação da votação de Temer “denota a ilegitimidade desse governo”.

“Ele não consegue aparecer em público –e é natural que haja vaias onde houver estudante, ainda mais na PUC, que tem uma história de luta pela democracia que vem desde a ditadura militar”, avaliou.

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