O juiz Carlos Alberto Garcete decretou, nesta sexta-feira (3) nova prisão temporária, pelo prazo de cinco dias, do ex-deputado federal Edson Giroto e dos demais investidos por suposto de desvio de recursos públicos nas obras de conservação e encascalhamento da MS-171, estrada na região Pantaneira.

Justiça decide manter preso o ex-deputado federal Edson Giroto e João Amorim. (Foto: Bruno Henrique/Correio do Estado)
Também continuarão presos o empresário João Alberto Krampe Amorim dos Santos, dono da empreiteira responsável pela obra (Proteco), sua secretária Elza Cristina Araujo dos Santos, a ex-presidente da Agesul, Maria Wilma Casanova Rosa, além dos engenheiros Maxwell Thomé Gomez, Rômulo Tadeu Menossi, Wilson Tavares e Wilson Roberto Mariano de Oliveira.
Os investigados estavam presos desde a última terça-feira, dia 10 e seriam colocados em liberdade ainda na madrugada deste sábado, como vencia o prazo de cinco dias da primeira prisão temporária.
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